Público

Pessoal, o blog já está público novamente. 🙂

O centrinho antigo de Eksjö antes do incêndio de 2015

Acabei de voltar de Phnom Penh, capital do Camboja, mas antes de começar a mostrar um pouco do que eu vi por lá, quero trazer dois posts sobre um lugar com um canto fixo no meu coração: Eksjö. Eksjö, uma cidadezinha de um pouco mais de 9.000 habitantes na região de Småland, ao sul da Suécia, foi onde morei de julho de 2015 a março deste ano. Na verdade, antes de me mudar de vez para lá nessa referida data, eu já dividia bastante o meu tempo entre Lund e Eksjö, onde o Erik já estava morando desde que vendemos o apartamento em Linköping no comecinho de 2015. Ou seja, passei dois verões e muitos finais-de-semana lá antes de me mudar definitivamente.

Eksjö foi a cidade onde perdi tudo em um incêndio há 10 meses atrás. Mas foi também onde ganhei muito; onde acabei de vez me enamorando da floresta, da vida em meio a árvores, veados, neve e ar puro. Sinto muita falta da floresta, de minhas caminhadas explorando trilhas, de presenciar as sutilezas da mudança do ambiente com o passar dos meses, de ser surpreendida por algo belo ou distinto quase que diariamente. Agora eu me refiro especificamente ao bairro de Kvarnarp, onde morei ao pé da floresta. Não que o resto de Eksjö não seja bonito – de fato é, muito – mas essas impressões sobre a vida em meio às árvores, os veados e as raposas que um ou outro dia vinham nos visitar se referem a Kvarnarp.

O centro de Eksjö, cidade do tempo medieval sueco, é onde fica a gamla stan, cidade velha. É uma atração turística importante e é onde eu morava antes do incêndio. Muitos turistas visitam o centrinho vintage, preservado, com suas casas de madeira datando de séculos. É essa parte da cidade que resgistrei em fotos no verão de 2015, um pouco antes do incêndio, e que deixo agora registrada aqui.

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Gamla Stan, o centrinho antigo de Eksjö

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Este hotel fica na rua onde eu morava antes do incêndio.

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Na cidade, há alguns gård, que seriam casarões com pátios internos. O que eu morava, um dos mais importantes e antigos da cidade, tinha mais de 400 anos de idade. Era onde pessoas que faziam selas para cavalo moravam e trabalhavam. Abaixo, outro gård turístico. Apesar de receberem muitos turistas no verão, muitas pessoas vivem nesses casarões, dividos agora em pequenos apartamentos.

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Este é um gård parecido com onde eu morava.

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Abaixo, a igreja principal da cidade, localizada na praça central:

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As casas abaixo já ficam fora do centrinho velho, mas estão construídas em um local antigo também:

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Para terminar, uma casa típica do campo nessa região sueca. Se me lembro bem, tem em torno de cem anos, provavelmente mais:

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Viagem ao Camboja

Infelizmente não tenho tido tempo nenhum para postar aqui no blog. Tenho vários posts em mente, como um sobre a cidade de Eksjö, pois quero mostrar essa cidadezinha linda onde eu morei por um tempo e onde perdi tudo; a viagem a Portugal para visitar meus pais em setembro do ano passado; a estadia na Itália em outubro e, lógico, um pouco mais de Bangkok e minhas experiências por aqui.

O trabalho tem sido intenso e eu nunca consigo sair no horário certo. Sei que não vale a pena estar nesse ritmo, por muitos motivos, mas por enquanto não consigo mudar essa situação. Quem sabe depois que eu voltar de viagem. A propósito, farei uma curta viagem ao Camboja neste sábado, 11 de junho, e volto a Bangkok na quinta 16.

Preciso renovar o meu visto, que é de apenas 3 meses. Eu tenho um visto de não-imigrante B, tipo O, para trabalho voluntário aqui. Hoje em dia é bem difícil consequir um visto de mais de três meses na Tailândia. Assim, todos tem que cruzar a fronteira para voltar com um novo.

Eu vou sozinha para o Camboja, pois o Erik teve que voltar à Suécia por conta de problemas com o visto e o passaporte, coisas que nós certamente poderíamos ter acertado antes, mas simplesmente deixamos passar.

Se eu pudesse escolher, não viajaria agora, mas mesmo assim, estou bem empolgada. Vou ficar em um hostel bem legal, bem popular, na capital Phnom Penh, chama-se The Mad Monkey. Tem bar, restaurante, piscina, festas e tours que o próprio hostel organiza. Eu pretendo curtir um pouco o hostel, a piscina e tudo o mais, mas principalmente dar uma turistada durante o dia, visitar templos, os campos de extermínio da ditadura de Khmer Rouge e outros lugares interessantes.

Assim, em breve mostrarei um pouco de Phnom Penh, mais um pouco de Bangkok e os outros posts prometidos.

Rio Chao Phraya

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No coração de Bangkok

Templo Wat Ratchaburana

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Barbatana de tubarão