Três praias de Florianópolis

Na semana anterior ao Natal, mais precisamente em um domingo chuvoso, 18 de dezembro, tomamos, eu e Erik, um ônibus para Santa Catarina. Destino: Florianópolis.

Eu já havia estado lá há tempos atrás, em tempos de Carnaval. Desta vez, a viagem foi muito mais gostosa. Quatro dias de, basicamente, praias de areia clara e águas esverdeadas.

A chegada é sempre cansativa, ainda mais ao se viajar durante a noite. Isto não foi desculpa para não aproveitarmos o dia inteiro. A hospedagem se deu em um albergue muito bom, chamado Lagoa Hostel, na Lagoa da Conceição. Fiquei no mais barato, o quarto para dez pessoas em beliches. Ótimo, tudo muito limpo e organizado. Um serviço muito bom é o da van que leva os hóspedes diariamente a uma das praias ao redor. Assim, mesmo cansados, já entramos na van logo de manhã, para passar o dia na Praia Mole.

Lá a correnteza é muito forte, fiquei até meio com medo de entrar – e olha que eu sempre fui o maior peixe desde pequena. Adoro água. Pode ser a idade também, quanto mais velha, mais bobona. Praia de surfistas, nem tentamos aprender a surfar, pois lá é para quem sabe mesmo. O sol brilhou muito nos quatro dias de praia, mas a brisa é tão fresca que nem se sente a quentura.

Como eu esqueci a câmera no albergue todos os dias, as fotos não são minhas (créditos ao clicar nas fotos).

Praia Mole

No segundo dia, fomos para uma outra praia, bem mais familiar e com ondas para iniciantes: Barra da Lagoa. O Erik alugou uma prancha e praticou por uma hora, mas é difícil. Eu acabei nem tentando, fica para a próxima viagem.

Barra da Lagoa

No terceiro dia, passamos a tarde na famosa Praia da Joaquina, lugar de surfistas também.

Praia da Joaquina

No quarto dia, voltamos à Praia Mole, minha preferida. De resto, café, caipirinhas, papo com os outros hóspedes do albergue – imcluindo um casal sueco que dormia no beliche ao lado – e algumas caminhadas fizeram essa mini viagem tornar-se uma delícia.

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6 comentários sobre “Três praias de Florianópolis

  1. Os lugares são lindos…e vcs estavam aqui quando foram fazer esta viagem…já sei de todos os detalhes! Haha 🙂
    Bacana foi a coincidência de ter outro casal, logo suecos, justamente no mesmo quarto que vcs estavam.

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  2. Pam

    O meu irmão era surfisa profissional qdo mais jovem, e sempre quis que eu tentasse aprender (mesmo sabendo da minha falta de aptidão para esportes). Qdo eu fui pra Búzios até tentei, paguei um professor, dps meu irmão me deu uma prancha toda pintada com flores e tudo. Mas não adiantou huahauhu faltou mtaaaa habilidade!! Como o Erik se saiu??

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    1. Camila

      Não conseguiu pegar uma onda, hehe…. É bem difícil, precisa de treino. Eu sempre quis aprender a surfar, tipo praticar pelo menos uma vez por semana, mas nunca me organizei para comprar uma prancha e botar o plano em prática.
      Surfar sempre esteve nas minhas listas de começo de ano, mas nunca virou realidade… 😦 Que falta de motivação.

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