Centro comercial de Liverpool

Quando eu quero comprar alguma coisa ou só ver algumas lojas, vou ao centro comercial da cidade, a uns cinco minutos de casa. Foi lá que andei bastante nos primeiros dias, para descobrir onde achar as coisas que preciso, desde comida até roupas, produtos de higiene etc.
Eu gosto de andar pelo centro, me distraio, mas são tantas lojas que o impulso consumista aflora. Eu, que gosto muito de ler e estudar o assunto, me sinto bem confusa. Mas enfim, gosto bastante de ir ao centro. Há também muitos pubs, restaurantes e casas noturnas. É onde se encontra o entretenimento que requer dinheiro.

Abaixo, a caminho do centro, a North John Street e o Hard Day’s Night Hotel, com estátuas e imagens dos quatro Beatles na fachada. É bem na área turística onde fica o The Cavern Club, onde os Beatles tocavam. Essa área é conhecida mesmo por The Cavern.

Hard Day’s Night Hotel na North John Street
Lojas e lojas e lojas…
À direita, Debenhams, loja de departamentos meio chique

Abaixo, a Holland & Barrett, rede de lojas de produtos naturais e vegetarianos/veganos. Eu pirei quando descobri esta loja no centro, tão perto. Foi o primeiro lugar onde descobri que poderia comprar cosméticos não testados em animais, mas de fato, não é assim difícil achá-los em outras lojas por aqui. Também a seção de comidinhas vegetarianas, tantas coisas novas para experimentar… Na primeira vez lá, já peguei o cartão-fidelidade.

Holland & Barrett

À direita, Primark, rede barata de lojas de roupas

No centro tem um shopping enorme a céu aberto, o Liverpool 1.

Há vários pubs.

Mais adiante…

Eu me oriento um pouco por essa torre de rádio:

Praça perto da torre

Os táxis são pretos, enormes e baratos.

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11 comentários sobre “Centro comercial de Liverpool

  1. Eu sei que tentamos ser mulheres conscientes, cultas e centradas…mas vamos confessar: Qdo estamos estressadas, nada como deixar nosso lado consumista vencer e nos agradar, não é mesmo?
    As vezes (100% influência do Vi) eu me pego só pensando em cortar gastos e economizar. Depois eu paro e penso: qdo foi a última coisa que eu comprei pra mim? Afinal, eu trabalho pra que? Só pra pagar as contas???
    Enfim, esse não era o intuito do seu post, mas senti o desejo de compartilhar isso.
    Amei as fotos do centro, incrível a beleza das cidades europeias. Outro nível, com ctz!

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    1. É verdade. Eu fiquei muito assim depois de ter deixado o Brasil, de ter saído da casa dos meus pais. Concentro muito os meus gastos em coisas para os dois, como supermercado, comida mesmo. E sempre tento economizar bastante. Ultimamente eu tenho me soltado um pouco mais, mas sempre procuro comprar coisas de que realmente preciso e que reamente vou usar. É claro que trabalhamos para viver, não? Em um sentido amplo, não apenas do consumir.

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  2. Esse comentário da Pam me lembrou uma coisa. Eu li um artigo de um idoso que descobriu que ele podia ser milionário se não tivesse tomado tantos cafezinhos durante a vida. Ele diz como ele poderia ter economizado se não tivesse ido a tantos restaurantes chiques, tomado tantos cafezinhos, viajado tanto, comprado tantas roupas que ele queria. Aí ele diz: “Mas sabe o que eu ia fazer se eu tivesse economizado todo esse dinheiro? Iria a restaurantes chiques, tomar cafezihos, viajar, comprar as roupas que eu queria.”
    É melhor ser rico ou viver né? =)

    Enfim, Liverpool me lembrou muito Cardiff. Lá também tem bastante lojas por tudo. Eu tava completamente sem grana quando morei lá então não pude fazer compra nenhuma mas era uma tortura andar pela cidade, espírito consumista aflorava mesmo hahaha

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    1. Hehehe, não é verdade? Aflora, pois é uma pelo maciço ao consumo. Eu fico atordoada, me sinto tonta nas lojas.
      Adorei o artigo do senhorzinho que tomou muitos cafés. É por aí mesmo. Viver – mas lembrando que viver não é consumir – é o que devemos fazer por aqui, né?
      Eu já fiz muitas viagens, me sinto muito feliz com essa oportunidade. Faria tudo de novo e ainda quero muito mais, mesmo já tendo calculado por cima o quanto que se foi de dinheiro com isso.

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  3. Not sure if you like/use Lush products, but they are everywhere and they care for animals and they have good bargains on their products, especially in the UK (you can return the plastic bottles in their store for a refill for example.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Lush_(company)

    Gush, I can’t imagine what it will be like for you to return to Linköping after all these adventures and living&working in central Liverpool…I mean your friends and your plants are waiting for you here 🙂 but are you waiting to return here after globetrottering around Europe and USA? (you don’t have to reply to this question right here right now, I am just wondering)

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    1. I know Lush, never tried it, though, because the prices are a little prohibitive. But from some time now I’ve really noticed that it’s good to invest some money in quality purchases and I think that Lush is a good option. I’ll definitely give it a try. Maybe you could tip me off?
      I can’t imagine it either, literally. I am so caught up in the moment, complaining about work and the annoying SAS B assignments I still have to finish, that I haven’t had the time/energy to start agonizing over that. That should start soon, though, as november is already here. I guess I am living the day right now, but I already applied for spring courses at university, just in case, so I know I’ll be studying next semester.

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  4. Gostei muito deste post, por nos mostrar bem os locais que vc anda, e os arredores. Os lugares que vc vai.
    As fotos ficaram muito boas, deu pra ver bastantes detalhes.
    E concordo plenamente com a Pam e a Lou.

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  5. the veggie brunette

    When it comes to Lush, I think their solid shampoos with a combination of a good conditioner is an absolute bargain (haven’t used any other shampoo product in the last 5-6 years) Not sure your hair type, so just go for a Lush store and ask around what they recommend. I love the purple shampoo soap and the conditioner American Cream.

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  6. O consumismo é algo que nos cerca a todo momento. Quando saber que é necessidade ou um falso desejo transformado em necessidade? A todo momento somos colocados a prova. Eu também me esforço muito para dedicar parte do meu salário as necessidades reais, tenho economizado o máximo que posso, e reservo uma parte para momentos de lazer… Mas às vezes, me pego em um ato consumista que nem sei de onde partiu. Fico revoltada, pois para nós que estudamos este fenômeno é difícil perceber que também somos vítimas do mercado… As fotos ficaram lindas. Beijos.

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    1. Bom, somos todos vítimas, não?
      Eu sei, Day, como você se erforça para fazer o dinheiro render. Esses atos consumistas que você tem, eu também os tenho. É tanta pressão e sedução que fica bem difícil mesmo escapar. É mais fácil quando estamos menos expostos, né?
      Você se lembra daqueles capítulos que lemos do Barber na pós? Então, acabei lendo o livro todo, hehe… Muito bom.
      Beijão!
      PS: você merece ter uns momentos consumistas, pois se esforça muito. 😉

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