Arco e flecha no jardim do rei dinamarquês

Finalmente, depois de umas três ou quatro semanas que eu já fiz esta viagem, chega o último post da série Estônia.

Como mostrei no post anterior, o tempo  melhorou depois de descargas d’água absurdas. Então eu e Erik deixamos a preguiça no café e andamos um pouco mais pelo centro histórico, meio sem rumo. Sem querer, começamos a subir essa escadinha:

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Ao chegar ao topo, pode-se ver a torre da Cathedral of Saint Mary The Virgin (“Catedral da Virgem Maria”), um importante ponto turístico da região:

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A escadinha é a subida do monte Toompea. Mal sabíamos que ela levaria ao muro do qual já falei aqui, que circunda a cidade velha e a protegia há séculos atrás.

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Na frente do muro, fica o Danish King’s Garden (“jardim do rei dinamarquês”), uma área muito bonita, calma e arborizada. Dizem que aí nasceu a bandeira da Dinamarca. O rei Valdemar II acampou nesse jardim com suas tropas, antes de conquistar Toompea em 1219.

DSC08388Um sueco no jardim dinamarquês

Os jovens quase ao centro da imagem abaixo estavam fazendo velas artesanais:

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Há um restaurante/pub sobre o muro e um museu mais à esquerda, na Neitsitorn (algo como “torre das virgens”), local que já foi uma prisão para prostitutas.

Ao passar para o outro lado do muro…

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…pode-se ter uma boa visão do muro e suas torres:

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Um grupo de jovens de Tallinn tem um pequeno negócio nessa área: prática de arco e flecha para turistas. Vinte flechas custam 10 euros – é lógico que ninguém leva as flechas para casa; são apenas 2o para atirar nos três alvos que estão lá mesmo, contra o muro.

DSC08403Jovens de Tallinn

O Erik sempre foi muito fã disso, desde criança. Ele costumava fazer seus próprios arcos e flechas. Diz ele que é possível achar pontas de lança de tempos antigos, até pré-históricos, em Uppsala, sua cidade natal. São de verdade e fáceis de serem encontrados. Com essas pontas ele fazia suas flechas. Portanto, Erik se empolgou e decidiu ver se ainda estava bom nisso.

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DSC08406Instrutor em “roupas típicas”

ErikErik foi bem.

Descemos as escadas novamente e fomos embora do jardim do rei dinamarquês. Vimos um pouco mais da cidade antiga:

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E também vimos um pouquinho de uma Tallinn mais nova, mais contemporânea. Infelizmente, foi bem pouquinho mesmo, pois só deu tempo de ver um pouco da área ao redor da cidade antiga, onde havia vários teatros, um parque, um shopping, fast food etc.

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Eu e Erik voltamos ao navio quando já eram quase 6 da tarde. Chegamos a Estocolmo às 10 manhã da segunda-feira. Foi um cruzeiro bem divertido.

Grande parte das informações históricas foram tiradas daqui e daqui.

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6 comentários sobre “Arco e flecha no jardim do rei dinamarquês

      1. Valéria H.

        Que legal descobrir algo assim “sem querer”. Concordo com a Dayane, você está fotografando cada vez melhor. E essa vai para a série “Coisas que você só vê no blog da Camila” 🙂

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  1. Que interessante! Adorei as fotos do muro e das torres. E você não tentou o arco e flecha também?
    Agora, tenho que dizer, rei Valdemar II?? HAHAHAHAHHAHA
    Beeeijos

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    1. Hehehehehheheh! Também achei engraçado… 😀

      Eu tentei uma vez, sim. Achei bem legal, mas bem duro. Tem que fazer força. Na verdade, o instrutor explicou que a força está nas costas, não nos braços.

      Beijão!

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