As últimas surpresas de Mahmoud

Todos os dias uma surpresa nos aguardava no quarto do hotel. O primeiro dia foi um susto. Depois, já nos acostumamos com tanta criatividade, he.

Outras supresas. Beduíno e cobras:

 

Narguilé

Beduíno, camelo e cobras:

Mulher beduína e cobras. Os peitos são dois rolos de papel higiênico.

 

Katten

Também queríamos levar este katten. O olhinho dele estava assim, pequenininho, cheio de remela, talvez alguma infecção:

Depois que o limpamos, katten literalmente viu o mundo com outros olhos. Ficou até mais agitado.

Rides, cobra e coração:

 

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Beduínos

Tempo meio indeciso. Por sorte, descobrimos a melhor coisa a se fazer: sentar em uma tenda beduína e passar o resto da tarde. E por sorte, o sol voltou para o céu.

Essa barraca fazia parte de um hotel localizado em uma região mais afastada do inferno dos restaurantes.

A praia era bem bonita por lá, vi uma moréia nadando na beirinha.

Os beduínos sabem das coisas, sempre muito confortáveis com almofadas.

Russos à direita

E sempre há uma fogueirinha onde eles queimam incenso. Em meio à fumaça, fuma narguilé e tomam chá.

Muitas moscas

Pegamos o lugar dos russos:

Ficamos bem mais felizes com a volta do sol.

De volta ao quarto do hotel, mais uma supresa; crocodilo e cobras:

 

Dahab de ressaca

No dia seguinte à tempestade de granizo, a cidade estava diferente. Fresca. Meio de ressaca. Parecia que ainda choveria mais.

Desolamento. Tchau férias.

Muito trabalho; limpeza da rua, das lojas, do comércio ensopado:

Chove mais na Arábia Saudita:

Deserto ao fundo

Aos poucos, as pessoas voltam às ruas:


Piscina natural no meio da cidade. As autoridades não davam a mínima para o povo por lá. Percebe-se um segundo após o avião pousar no Egito. Vejamos agora.

Realmente desolador.

Camelo, cavalo, peixe, lagosta, chinês e granizo

Acabamos de voltar de Málaga, Espanha. Muito bom, muito sol. Mais uma necessária escapadela, já que aqui ainda está bem frio e cheio de neve. As fotos de Málaga serão postadas logo, mas antes vou terminar a série Egito – incluindo a nossa mini-viagem a Israel (Jerusalém e Belém – do lado palestino, o West Bank).

Bom, ainda em Dahab, o sol brilhava muito e a melhor opção era se jogar em uma das cadeiras e passar o dia largada como lagarto. No caminho de volta, víamos:

Frutos-do-mar expostos em frente aos restaurantes, pescados no Mar Vermelho.

 

Foi esse animalzinho que comi no chinês

Depois, ao chegarmos ao hotel e abrirmos a porta do quarto, vimos isso:

Surpresa total. Um funcionário muito simpático, o Mahmoud, foi o responsável. Todos os dias ele preparava uma supresa diferente.

Depois, jantar no chinês de novo, mas dessa vez, nada de sépia.

À noite, outra surpresa: tempestade de raios e granizo. Choveu tanto – principalmente pedras gigantes de gelo – que o hotel inundou e a luz acabou.

Gelo caindo do céu

Uma diversão.

Subimos na laje do hotel para ver os raios:

A luz acabou.

 

Quarto escuro

Mergulho em Dahab

Mais um dia de sol no Egito, mais um dia de café-da-manhã à beira mar, mais um por-do-sol. Como sempre, muitos gatinhos ao redor. Haja café-da-manhã para todo mundo.

Queríamos levá-lo para casa.

Começam as deliberações de como levar katten para casa.

Katten

Katten ficou no Egito.

Katten triste por ter ficado no Egito:

Mergulhei com snorkel (pé-de-pato, máscara e respirador) quase todos os dias em Dahab. O Mar Vermelho é lindíssimo e a visibilidade ótima. A orla é circundada por coral, uma festa para quem mergulha. Muitos peixes de todos os tamanhos e cores, alga, moréia, lindo. Muito tubarão também. O problema é justamente a festa dos turistas nadando no coral. Muitas pessoas pisam e/ou andam sobre o coral, que é extremamente sensível e se destrói com facilidade. Não vi nenhuma fiscalização ou qualquer pessoa que orientasse os banhistas. Em algum tempo o coral de Dahab estará destruído. Em Dahab localiza-se um dos poucos blue holes do mundo – cavernas submarinas perfeitas para mergulho. O de Dahab é um dos mais perigosos também, muitas pessoas já morreram ao mergulhar por lá. Não é onde estávamos, claro.

Depois do mergulho, é uma delícia sentar e relaxar. Já era quase fim de tarde e o mar estava agitadíssimo, ondas batendo nas pedras. Mal sabíamos o que estava por vir à noite.



Um ano e meio

Comemoramos um ano e meio no Egito. Na noite desse dia, 16 de janeiro, fomos a um dos restaurantes à beira mar e tivemos um jantar muito gostoso. Frutos-do-mar.

Entrada: uma sopinha de frutos-do-mar bem apimentada. Estava boa.

O lugar era cheio de luminárias coloridas e luzinhas de Natal. Nosso sonho, ficamos maravilhados. Queremos muitas luzinhas de Natal aqui na sala/quarto.

Tudo era muito colorido por lá.

Essas “fogueiras” estão presentes em quase todos os lugares.

Erik feliz porque mais uma entrada chega:

Pão pitta, salada, tahine, uma outra paste parecida com iogurte e um ensopado de verduras – maior parte beringela – que quase me fez correr dali para a fonte de água mais próxima. Extremamente apimentando, acho que engoli uma pimenta inteira, pois lembro-me de algo com sementinhas na boca e, definitivamente, não era beringela.

A apresentação do prato era bem espalhafatosa, muito papel alumínio e velas.

Lagosta, camarões e peixe

A lagosta estava maravilhosa:

Primeiro dia de praia em Dahab

Sol. O sol brilhava. Nenhuma nuvem no céu. Perfeito. Podia estar um pouco mais quente, mas a temperatura estava muito agradável de qualquer jeito. Acordamos e fomos para a praia, para passar o dia inteiro, do café-da-manhã até o por-do-sol.

Não há apenas gatos por lá:

Mar Vermelho

Era de manhã, mas esse garçon já queria nos atacar:

Não existe praia exatamente, mas alguns espaços onde é possível relaxar:

O problema é os restaurantes, que dominam a orla. Muitas vezes existe uma consumação mínima para poder sentar à beira da água.

Decoração dos restaurantes:

Paramos para tomar um cafezinho.

Erik se derrete ao sol:

Depois seguimos adiante, para a ponta da orla, onde a maioria dos turistas se encontra. O litoral é permeado por corais maravilhosos, por isso Dahab é destino certo para a prática de snorkeling e mergulho.

Abaixo, uma das áreas em que é necessário consumir algo para usar as cadeiras. Mais ou menos como as barracas de drinks da praia de Santos. Para sentar, tem que consumir. A princípio é meio irritante, mas ao pensar nas pessoas que trabalham ali, o trabalho que têem ao limpar os assentos e tal… Tudo bem.

Camila escolhe o café-da-manhã-almoço-lanche-da-tarde

 

Turistas
Não-turistas

O sol começa a se por. Daí vem o nome “Mar Vermelho”, pois por alguns segundos o mar fica vermelho:

Agora já se pôs.

Uma delícia.