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Praia da Malagueta

O nome em Espanhol é Playa de la Malagueta, o título deste post é uma tradução bem fácil. Fica em Málaga e é uma praia artificial feita com toneladas e toneladas de areia do Sahara.

Fomos à praia uns dois dias e, claro, fizemos piquenique. No caminho, passamos por um parque que mais é como o calçadão da praia de Santos, mas com mais árvores e um barulho ainda mais infernal. Um desperdício, pois quem conseguiria sentar em um dos bancos e passar uma tarde a ler um livro ou papear com alguém? Impossível, pois uma avenida de 4, 5, 6 faixas – já nem me lembro – ladeia esse pretenso oásis de tranqüilidade. Bonito, mas barulhento.

A praia é banhada pelo Mar Mediterrâneo. Estava quente, mas água, muito fria. Não deu para nadar.

A areia é bem grossa, então não gruda eternamente em todas as mínimas partes.

Amo a carinha do Erik nesta foto.

Esta é mais para ver como o azul do mar e o dos olhos são o mesmo:

Este é o último post da série sobre Málaga. Fomos a outros lugares, como o Centro de Arte Contemporáneo de Málaga, onde vimos obras bem interessantes – inclusive instalações feitas por um robô, uma tela de Warhol coberta de diamantes e outras. Também fomos ao Museo Picasso Málaga; há um orgulho malaguenho em relação ao fato de que Pablo Picasso nasceu na cidade. Bom, Antonio Banderas também, o qual é dono de um bar de tapas que se chama………. Antonio.


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Tapas

Sempre gostamos de celebrar nossas datas importantes. Vira uma desculpa para sempre festejar. Não que devêssemos ter desculpas para isso. Enfim, comemoramos mesmo que não sejam datas redondas. Em Málaga, fomos a um restaurante especializado em tapas (mais ou menos um quarto, quinto de uma porção no Brasil) criativos, gourmet.

O local era delicioso, e os tapas também. Bem pequeno, tivemos que esperar no bar, comendo azeitonas e bebendo cava.

Quando conseguimos a mesa, logo pedimos outra taça. E depois, uma garrafa de vinho e muitos tapas diferentes.

Caretas super finas enquanto como:

Espuma de abóbora, berinjela, bolinhos de bacalhau e mais

Eu amo salmão crú defumado:

Bar do restaurante

Bebemos bastante vinho, dá até para ver os nossos dentes roxos:

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Subida da Alcazaba III

Chegamos à parte mais alta da Alcazaba de Málaga (outras partes da subida aqui e aqui).

Cactus

Arena de Málaga:

Aqui dá para ver que a Terra é redonda

Toureiro na arena. 😦

Mais à esquerda, é possível ver como a Catedral de Málaga é gigantesca.

Mais de perto, Catedral e Alcazaba:

Chegamos ao topo para depois descer tudo novamente. Estávamos morrendo de sede, mas a única barriquinha que havia lá estava fechada. Acho que eu bebi uns 2 litros quando finalmente conseguimos água.


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Subida da Alcazaba II

Ao continuarmos a subida, mais cenários lindos aparecem:

Parece Santos, SP, Brasil

Alcazaba de Málaga

E continuamos a subida…

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Subida da Alcazaba I

O dia estava lindo assim:

É possível visitar a parte interna na Alcazaba de Málaga ou fazer a subida pela parte de trás. Entrada:

Eu não sei o que eu estava olhando aqui

É alto.

Não entramos na Alcazaba, mas sim decidimos subir pela parte de trás, um caminho longo que proporciona vistas muito bonitas. Coragem para subir, subir e subir depois de um piquenique.

Logo já dá para ver o Mar Mediterrâneo:

Caminho que leva ao topo do morro:

Mais mercado, piquenique e cerveja

Olha só, para quem disse que não tinham muitas fotos de mim e do Erik, agora há várias.

Primeiro, mais do mercado municipal de Málaga, seção de peixes e frutos-do-mar:

Dona-de-casa reclamando dos preços

Depois, piquenique:

Mesmo lugar de sempre

Mais tarde, cerveja em um café muito movimentado, sempre cheio de turistas, na praça principal. Estava ensolarado, quente, hum…

Paella, só na foto

Notem a Cruz Campo em copo de Guinness


Mercado, tortilla e chuva em Málaga

Esse é o mercado municipal da cidade de Málaga, arquitetura islâmica. Fica bem no centro histórico. Eu simplesmente adoro mercados municipais. Todas as frutas, os vegetais, as azeitonas, os temperos, os cheiros e as cores. Fomos lá quase todos os dias, para comprar os suprimentos necessários – a comida para os piqueniques.

Mas nesse dia, logo no início da viagem, não fizemos piquenique. Muitos estandes já estavam fechados. Comemos em um bar bem simples, próximo ao mercado. Uma delícia.

Tapas
Tortilla

O céu ficou negro. Abaixo não é um rio. É água da chuva mesmo. Normalmente essa área está sem um pingo d’água.

À noite, temporal:

(Coincidência, enquanto escrevo, escuto Chover, do Cordel do Fogo Encantado).

“Seu boiadeiro por aqui choveu
Seu boiadeiro por aqui choveu
Choveu que amarrotou
Foi tanta água que meu boi nadou”

Eu adoro essa parte.