Viajando pela Jamaica: Negril

Este é o último post sobre a minha temporada de quatro meses na Jamaica. Já chega, né? Fui embora desse país super legal, estiloso, lindo e divertido já em Dezembro do ano passado. Os próximos posts serão sobre a viagem que fiz à Itália nesta primavera (março) e sobre a cerimônia de formatura do mestrado. Fiquem ligados.

Bom, o último lugar que visitei na Jamaica, já somente eu e Erik, chama-se Negril. De todos os lugares que conheci por lá, acho que é o que mais vale à pena, principalmente se você estiver interessado(a) em praia e natureza. Negril tem uma praia linda, que eles chaman de Seven-mile Beach  (a praia de 11 Km de extensão). Eu não experimentei nenhuma aventura pelas florestas, mas tanto em Negril quanto em outras partes da Jamaica, há muito o que fazer no que toca a esportes radicais – canoagem, arvorismo etc. Talvez na próxima.

A parte de Negril onde fiquei não é a dos resorts de luxo, uma área mais afastada com muitos hotéis e restaurantes que se chama West End. Ainda assim, considero o lugar onde me hospedei muito bom: um hotel chamado Pure Garden Resort a dois minutos da praia citada acima, com mercadinho de conveniência e restaurantes ao redor. Acho que qualquer hotel na avenida ao largo da praia, a Norman Manley Boulevard, onde fica o Pure Garden, é uma boa opção budget.

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Pure Garden Resort, onde fiquei

Nas minhas andanças pela Jamaica, vi muitas barraquinhas de comida de rua e bares/botecos coloridos. Esses pequenos negócios estão em toda parte, principalmente os que vendem jerk chicken, churrasco de frango com um molho jamaicano especial chamado jerk, que também é o nome da técnica de churrasco empregada. Havia uma dessas barracas bem em frente ao hotel.

Barraca de frango "jerk" e água de côco
Barraca de frango jerk e água de côco
Onde o churrasco é assado
Onde o churrasco é assado

Seven-mile Beach  (a praia de 11 Km)

É aí que passamos todos os dias e também noites em Negril. Era baixa temporada por ser inverno e época de furacão, mas ainda assim o bar Bourbon Beach ficava cheio à noite. Muito gostoso tomar Red Stripe, sentir a brisa do mar, ouvir reggae e apreciar o estilo dos frequentadores do bar.

Praia: Seven-mile beach
Praia: Seven-mile Beach
Bourbon
Bar Bourbon Beach

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Erik lê Clarice Lispector em Inglês
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Tem puculinho lá também

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Pôr-do-sol na "Seven-mile beach" em Negril
Pôr-do-sol na Seven-mile Beach em Negril
Bourbon Beach bar à noite
Bourbon Beach bar à noite

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West End

Essa é a área mais chique de Negril, 0nde ficam resorts e hotéis de luxo. Mas a Jamaica sempre oferece opções para todos os bolsos: há lugares ótimos para comer por lá, super baratos. Um imperdível é o Just Natural, onde tomei a melhor piña colada da minha vida, e olha que não gosto desse drink. O restaurante é um charme rastafari. As mesas ficam espalhadas em um jardim tropical com uma decoração muito fofa. A comida é ótima e super barata, mas as porções são pequenas. Uma outra pérola imperdível também é o Ras Rody’s Roadside Organic. É uma barraca de madeira super colorida, à beira da West End Avenue, que vende comida rastafari. Uma delícia, muito simples, servida diretamente da panela. Um achado.

Eu e Erik fizemos um passeio de barco por West End com direito a paradas para snorkeling. Deu para ver um pouco do lugar chique:

West End, Negril, vista do mar
West End, Negril, vista do mar

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Imagine passar um mês aí
Imagine passar um mês aí

Vários lugares tinham escadinhas direto para o mar. Eu adoraria morar em uma casa assim, com escadinha para o mar. Assim eu poderia mergulhar todos os dias.

Escadinha para o mar
Escadinha para o mar

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E assim acaba, minha gente, o capítulo Jamaica. Veja também os passeios a Montego Bay e Portland.

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Viajando pela Jamaica: Montego Bay

Montego Bay é um daqueles lugares bem turísticos mesmo. Turismo de excursão. Acredito que muitos turistas que visitam a Jamaica achem que Mobay, como a cidade é conhecida, seja destino obrigatório. Mas não é. Apesar de haver praias lindíssimas, como é a regra na Jamaica, dá para pular esse destino. A não ser que você se hospede na cidade ao invés de em um dos resorts de luxo mais afastados, com o intuito de sentir o caos das cidades um pouco maiores da Jamaica. Nada contra a turistada que se hospeda nos resorts, cada um que fique contente com o tipo de viagem que lhe agrade. Essa história também de mochileiros-viajantes-turistas que criticam a turistada mainstream por não procurar alguma “essência” ou “experiência” ou “originalidade” é uma das piores babaquices do imaginário desses tipos. Enfim, vamos falar de Mobay. Eu fui, junto com Erik e Mirsini.

Passei, se não me engano, uns quatro dias em Montego Bay já no finalzinho de novembro do ano passado. Era inverno, mas estava bastante calor. Não há inverno na Jamaica. A cidade em si é barulhenta, colorida. Uma área muito turística é a Gloucester Avenue, a Hip Strip, que não tem nada de hip. Se você já foi ao Sudeste Asiático, por exemplo, vai reconhecer o mesmo cenário: intermináveis lojinhas/barracas de porcarias baratas para turistas – chaveiros, canecas, cangas etc. É nessa avenida que fica a única praia onde fomos em Montego Bay: Doctor’s Cave. É uma praia privada, há que se pagar a entrada. Custa em torno de 10 dólares americanos, e cada cadeira, 5. Não preciso dizer que a praia estava mesmo cheia de americanos. A Jamaica é tão perto da Flórida.

Doctor’s Cave é muito bonita, mas não espere nada selvagem. É aquele destino ideal se o que você quer é mesmo vida fácil, sol e conforto. O mar é lindo, cristalino, e é possível fazer snorkeling perto da beira mesmo, pois já bastante o que se ver.

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Doctor’s Cave, Montego Bay

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Sueco à sombra. Mirsini, de coque, à direita

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A água é tão cristalina…

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Ficamos na praia até o anoitecer.

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Mirsini

Para ver o destino anterior, Portland, clique aqui.

Viajando pela Jamaica: Portland

Como parte dos últimos posts sobre lugares a visitar na Jamaica que não sejam a capital Kingston, apresento Portland, um dos lugares menos conhecidos por turistas, mas certamente na lista dos mais bonitos. Portland foi uma dica do pessoal do escritório; é sempre bom viajar e ter a oportunidade de fazer contatos com pessoas do local. No meu caso, ter feito amizades com muitas pessoas do escritório durante o estágio foi muito gostoso. Portland, além de ser um achado, é perto de Kingston. Assim, muitas pessoas que trabalham na capital aproveitam os fins-de-semana para relaxar nas praias de Portland.

Eu e Mirsini passamos um fim-de-semana em Portland já bem no final do nosso estágio, um pouco antes de o Erik chegar. Ficamos na capital de Portland, Port Antonio, e de lá fomos às praias mais próximas.

Port Antonio

Uma cidade pequena, não senti que oferece muito. O cais é bem bonito.

Port Antonio. Vista do hostel
Port Antonio. Vista do hostel

IMG_1777A marina chama-se Errol Flynn. Andei à beira da água no fim de tarde, e havia muitos moradores locais, principalmente estudantes em uniformes.

Marina Errol Flynn
Marina Errol FlynnDur

IMG_1785IMG_1779Durante a estada em Portland, fui a Frenchman’s Cove e Winnifred. Vou mostrar apenas a primeira, mas Winnifred também é muito bonita.

Frenchman’s Cove

Frenchman’s Cove é um paraíso. Não há muito o que dizer. De táxi, não fica longe de Port Antonio. Após uma breve caminhada por uma propriedade particular que se parece a um lindo jardim botânico, chega-se à praia. Há que se pagar entrada, o que me soa muito estranho, mas a vantagem é não ser molestada o tempo todo. A Jamaica não é muito fácil nesse quesito, há sempre alguém querendo lançar uma conversa, vender algo… Sem contar o assédio constante dos homens. Nessa praia havia apenas turistas. É pequena e bem tranquila.

Frenchman's Cove, Portland
Frenchman’s Cove, Portland

IMG_1831IMG_1802Eu e Mirsini fizemos snorkeling no lado direito na foto acima. Nadamos para mais longe, para trás da encosta do mesmo lado. Fica bem fundo, muito bonito. Dessa vez o mar estava cheio de águas-vivas bem pequenas, e eu senti uma queimação na perna. Quando saímos da água, o salva-vidas acabou contando à Mirsini que dois turistas já se afogaram naqueles lados… Há que tomar muito cuidado.

IMG_1803IMG_1806Tomamos café na praia, que foi servido com pompa.

IMG_1819IMG_1817Ao olhar o mar, ao lado esquerdo, fica uma parte muito serena e bonita, que liga a praia ao jardim.

IMG_1826IMG_1845Woody’s Burgers

Para comer, há um lugar muito característico, conhecido pelos locais, chamado Woody’s Burgers. Fica à beira da estrada, a caminho das praias. Eles oferecem hambúrgueres muito gostosos, várias opções vegetarianas e veganas com banana e outros ingredientes. É bem barato, vale a pena.

Woody's Burgers
Woody’s Burgers

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Trench Town Yard – onde Bob Marley morou antes da fama

Já faz tempo que fui embora da Jamaica. Deixei a capital, Kingston, no comecinho de dezembro do ano passado. Nesse meio tempo até já escrevi uma tese. Ainda assim decidi mostrar mais uma atração e três lugares que visitei na ilha já no fim do meu trabalho por lá. Os posts serão bem curtinhos, é mais para dar um gosto e mostrar opções legais para quem tiver interesse de visitar a Jamaica.

Este post, então, é para mostrar o Trench Town Culture Yard, onde fica a casa onde Bob Marley morou com sua esposa por um bom tempo antes da fama. Esses yards, comunidades, foram construídos pelo governo da década de 40 para abrigar moradias populares. De acordo com o Jamaica National Heritage Trust, órgão responsável por conservar a herança cultural/arquitetônica do país, as casas eram organizadas no formato H, S, T e U, formando uma “comunidade”. Cada moradia tinha uma área de 10×10.

Bob Marley aprendeu a tocar guitarra quando viveu em uma dessas moradias populares em Trench Town, Kingston. Foi aí também que ele escreveu No Woman No Cry, recontando as memórias da vida nesse que é hoje um dos bairros mais violentos de Kingston.

“Cause, cause, cause, I remember when we used to sit
In the government yard in Trenchtown,
Oba – obaserving the ‘ypocrites
As they would mingle with the good people we meet

[…]

Said, said, said, I remember when-a we used to sit
In the government yard in Trenchtown.
And then Georgie would make the fire lights,
As it was logwood burnin’ through the nights.
Then we would cook cornmeal porridge,
Of which I’ll share with you,”

Esse Georgie da letra de No Woman No Cry foi quem conheci no museu do Bob Marley, a casa e estúdio onde o artista morou depois da fama.

A comunidade de casas populares de Trench Town se tornou um centro cultural por conta do ilustre ex-morador. Não é difícil ter acesso para a visita, mas é importante tomar um táxi de confiança e não ficar perambulando por Trench Town.

Trench Town Cultural Yard Museum
Trench Town Cultural Yard Museum

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Cada porta acima era um “quarto” de família. Este era o de Bob Marley:

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Condições terríveis, não?

O museu é interessante de visitar e não leva muito tempo. É bem diferente do outro museu que visitei, bem adaptado a servir os turistas.

A casa (museu) de Bob Marley

No comecinho de setembro, depois de um mês de Jamaica (hoje já faz três meses e meio que estou aqui), eu e Mirsini visitamos o Museu do Bob Marley, a casa onde Bob Marley viveu desde 75 até sua morte em 81. Quem acompanha este blog deve estar pensando “Poxa, finalmente algo sobre o Bob Marley!”. Pois é, Jamaica tem mesmo muito a ver com o ele. Este é um dos estereótipos que se confirmou. A bem da verdade, seria desrespeitoso falar que a admiração por Bob Marley é como o estereótipo Jamaica + Bob Marley. Bob Marley aqui é muito mais do que isso, é parte integral da cultura Jamaicana e fonte de orgulho e inspiração para muitos que conheci por aqui, de classes sociais bem distintas.

O museu fica na Hope Road, uma das principais avenidas da cidade. Já não me lembro bem quanto custa para entrar, mas é algo em torno de 800 a 1000 dólares jamaicanos (entre 8 e 10 dólares americanos).

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Entrada do museu

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A área externa do museu é bem ampla e há vários muros pintados com imagens de Bob Marley, sua família e outros escritos rastas. Há também um café com uns rapazes rasta bem simpáticos. Servem café, cerveja e algumas comidinhas vegan.

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"Agradeça pelo nascimento de Bob em fev. 6".
“Agradeça pelo nascimento de Bob em fev. 6”.

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Ainda na parte dianteira da propriedade, logo em frente ao portão, há uma estátua em tamanho real de Bob. Ele era baixinho. Infelizmente a cara da estátua não é muito parecida com as tantas fotos lindas em preto-e-branco que vi na sala ao fundo da propriedade, umas das coisas que mais valem a pena na visita.

Bob Marley em tamanho real
Bob Marley em tamanho real

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A cara não é parecida.

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O rapaz da segurança não conseguiu tirar uma foto muito decente de Mirsini comigo e Bob, sempre faltou uma cabeça, então vai esta mesmo:

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A visita é um tour guiado pela casa, que também abrigava a gravadora do The Wailers. Há salas com vários discos de ouro, recortes de jornal, o estúdio onde muitas canções foram gravadas, o quarto original de Bob, a cozinha e outras coisas mais.

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Entrada da casa

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A foto acima é a última tirada dentro da casa, pois é proibido. A guia contou que Bob costumava correr escada acima pulando de três em três degraus para manter a forma. Estou precisando seguir esses tipos de conselho.

A pintura da lateral direita é muito legal:

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Nos fundos da propriedade há a sala das fotos, que mostram muitos momentos distintos na vida do artista. Há também a loja de souvenirs, lógico, muitas plantas e as casas dos conhecidos de Bob que permaneceram ali.

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Fundos

O que adorei foi ter conhecido Georgie, quem acende a fogueira em No Woman No Cry:

Said, said, said, I remember when-a we used to sit
In the government yard in Trenchtown.
And then Georgie would make the fire lights,
As it was logwood burnin’ through the nights.
Then we would cook cornmeal porridge,
Of which I’ll share with you,
My feet is my only carriage,
So I’ve got to push on through.

Sim, essa pessoa existe, morou com Bob Marley no mesmo conjunto de quartos em Trenchtown, bairro muitíssimo pobre de Kingston o qual visitei há duas semanas atrás. Georgie mora em uma casinha nos fundos do museu, onde aparentemente já estava quando Bob morava lá também. O que mais tenho gostado daqui é de como desenvolvi uma nova relação com a música de Bob Marley, que agora tem outro significado, muito mais emocional e verdadeiro para mim. E nem sou assim uma fã tão grande.

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Lá também conheci um percussionista que tocou com Bob:

Mirsini e percussionista
Mirsini e percussionista
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Parede da lojinha de souvenirs

Só na Jamaica encontro placas como esta:

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Por favor tome cuidado com as mangas que caem.

Ainda na parte de trás, vi a sala onde Bob sofreu uma tentativa de assassinato (já falei que esta cidade é perigosa – a história toda você lê aqui).

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A sala do tiro

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Também na parte dos fundos ficam os degraus onde Bob se sentou em uma manhã e compôs Three Little Birds:

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Voltando a frente da casa, conheço mais um conterrâneo de Bob.

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Infelizmente, eu já me esqueci de seu nome, mas ele era muito simpático, contou algumas histórias e falou que podia nos levar para dar uma volta pelos bairros onde Bob andou, haha.

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Mais murais pintados:

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Em suma, o tour não é assim uma coisa extraordinária, mas vale bastante a pena ver a casa, os murais, as fotografias, as pessoas, o estilo rasta. Eu fui também à casa de Bob antes da fama, quando era bem pobre em Trenchtown, à qual mostrarei em um outro post.

A praia de James Bond

A segunda parte do sábado, após a visita ao jardim botânico, foi passada na praia de James Bond. Fiquei pouco tempo por lá, pois apenas eu e Mirsini queríamos nadar, e era necessário voltar a Kingston antes de escurecer, pois as estradas são muito perigosas.

A praia de James Bond fica em Oracabessa, uma pequena cidade a 16 Km de Ocho Rios na costa norte Jamaicana:

A praia de James Bond é famosa por aqui e tem esse nome porque Ian Fleming, o criador de James Bond, era dono de uma propriedade adjacente à praia. Aparentemente, foi lá que ele escreveu muitos dos romances da série. Cenas do filme Dr. No se passam nessa praia. O mais interessante para mim, porém, é o fato de essa pequena praia abrigar parte do santuário marinho da baía de Oracabessa (Oracabessa Bay Fish Sanctuary), uma reserva marinha criada para proteger a biodiversidade e os ecossistemas da Baía de Oracabessa.

Só de nadar na parte rasa já deu para notar muitos peixinhos. Mas eu esqueci o meu snorkel e máscara, então fiquei mesmo muito frustrada de não poder ver essa maravilha e com vontade de voltar o mais rápido possível.

As primeiras fotos abaixo mostram um pouco do que vi já bem perto de Orabessa:

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Adoro o estilo dos comércios aqui.

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Paramos no caminho para comprar melancia. Uma coisa que gosto muito aqui na Jamaica é que há barracas de fruta em todo canto, mesmo em um ambiente mais urbano como Kingston. Muitos dos vendedores descascam e cortam os abacaxis e as melancias, por exemplo.

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Praia de James Bond

Na praia de James Bond há um restaurante/bar à beira-mar.

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E também um local para fazer refeições, onde almoçamos.

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Alex e esposa de Keith

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Praia de James Bond

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Essa foi a primeira vez que fui a uma praia aqui na Jamaica. Linda.

A flora tropical jamaicana: Jardim Botânico Castleton

No dia 27 de setembro, um sábado, eu e Mirsini passamos o dia visitando partes diferentes da Jamaica. Keith, que é basicamente o único representante do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (UNOCHA) e trabalha no mesmo escritório onde eu trabalho, nos convidou para um tour até Ocho Rios, mais ao norte da ilha. Fiquei muito feliz pelo convite, ele é um amor, muito gentil. Éramos cinco no carro: eu, Mirsini, Keith, sua esposa e Alex, voluntário que também trabalha no mesmo lugar. Saímos cedo, rodamos por quase uma hora e chegamos à primeira parada, o Jardim Botânico Castleton.

Na entrada, havia algumas barracas: um bar, uma barraca de drinks e uma outra de sopa de frutos do mar. Parece que é tradicional tomar essa sopa picante em um copo.

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Parada para sopa na entrada do parque

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Bar

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Barraca de drinks

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Barraca de sopa. Keith e Alex à esquerda.

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Entramos no parque, muito bonito, diversas espécies de plantas tropicais. Quem vai gostar muito das fotos que seguem é a minha querida amiga Elena, que sempre lê este blog. Ela mora na Guatemala e entende tudo de plantas, principalmente árvores.

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Não é lindo?

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Mirsini no parque

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O dia estava bonito, como sempre na Jamaica.

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Fomos também ver o rio, no mesmo parque, do outro lado da estrada.

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IMG_1627Keith e Alex chupam cana. A cana aqui é muito doce e suculenta!

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Esse dia não terminou no parque. Fomos ainda à praia, minha primeira vez na Jamaica. Fica para o próximo post.