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A praia e o Rio Douro

Este é o último passeio em Portugal que mostrarei aqui. Meus pais me levaram a mais uma praia muito bonita, mas eu não me lembro o nome. Já procurei na Internet e nada. Perguntei ao meu pai por e-mail, mas ele só respondeu sobre a margem do Rio Douro, à qual também mostrarei mais adiante. Assim, fica sendo “a praia que vem antes da margem norte do Douro”.

A praia era bem bonita, o mar bem azul e profundo. Deu para perceber que a água devia estar um pouco gelada, pela cor, pela espuma, pela braveza.

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Muitas pedras, ondas batendo e gaivotas. Eu adoro gaivotas.

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Paramos para tomar algo neste bar gostoso. Eu bebi água mesmo.

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Ao seguir o caminho abaixo, chega-se à margem norte do rio Douro, onde há a ponte da Arrábida.

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Por que o nome Douro? Wikipedia:

Versões populares para a origem do seu nome são várias. Uma delas diz que provém do celta dur (água)[1]. Outra diz que, nas encostas escarpadas, um rio banhava margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem de ouro. Daí o nome dado a este rio: Douro (de + ouro). Já outra versão diz que o nome do rio deriva do latim duris, ou seja, ‘duro’, atestando bem a dureza dos seus contornos tortuosos, e das paisagens que atravessa, nomeadamente as altas escarpas das Arribas do Douro, no trecho Internacional do rio, entre Miranda do Douro e Barca d’Alva (Figueira de Castelo Rodrigo). A derivação por via popular do seu nome sugere romanticamente uma ligação a “Rio de Ouro (D’ouro)”, mas tal não tem aderência histórica.”

Margem norte do Rio Douro, Porto
Margem norte do Rio Douro, Porto

Bem que aqui parece d’ouro mesmo:

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Rio Douro

Termina aqui a viagem por Portugal. Próximo destino: Escócia.

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Gruta das Moedas

Esta é uma atração meio escondida perto da região de Fátima. Trata-se de uma gruta localizada em São Mamede, mais ou menos aqui:

A gruta é uma atração turística da região. Está aberta à visitação, basta pagar um ingresso para se juntar ao grupo com guia que explica, de forma humorada, a história, a lenda e um pouco de geologia. Então por que essa gruta é importante? Justamente pela geologia, pelas antigas formações de estalactites e estalagmites. Volta à aula de geografia da escola. O que são estalactites? São aquelas “lanças” que se formam no teto de grutas pelo pingar da água. As estalagmites seriam os elementos que se formam no chão das cavernas, pelo pingar das estalactites do teto. O material se acumula no chão e forma a estalagmite. Vamos checar, porém, minha explicação em algum site mais oficial:

“Estalactites e estalagmites são o que conhecemos como espeleotemas, ou depósitos de minerais que formam as estruturas da caverna e revestem seu interior. As estalactites são as formações que se originam do teto das cavernas, como pingentes de gelo, enquanto as estalagmites dão a impressão de que estão saindo do chão e se assemelham a cones. Algumas podem levar milhares de anos para se formar, enquanto outras podem crescer rapidamente. Às vezes, as duas formações também são chamadas de gotejamento.

Podemos remeter as palavras estalactite e estalagmite à palavra grega “stalassein“, que significa “pingar”. Ela se encaixa direitinho, pois descreve a forma como as duas são formadas na natureza. Embora pareçam naturais e um pouco assustadoras, as estalactites e estalagmites crescem simplesmente em decorrência da água que passa sobre o material inorgânico e através dele.

As cavernas de calcário, onde a maior parte das estalactites e estalagmites é encontrada, são compostas principalmente de calcita, um mineral comum encontrado nas rochas sedimentares. As moléculas de calcita são constituídas de cálcio e íons carbonato e são chamadas de CaCO3, ou carbonato de cálcio. Quando a água da chuva cai sobre uma caverna e escorre pelas rochas, ela carrega o dióxido de carbono e os minerais do calcário. Se misturarmos água, dióxido de carbono e carbonato de cálcio, temos essa equação:

H20 + CO2 + CaCO3 = Ca (HCO3)2″

Adoro ver o que eu aprendi na escola. Adoro quando percebo que ainda lembro de várias coisas.

A parte visitável é de 350 m de extensão e chega a 45 m de profundidade. A gruta é de interesse científico justamente por abrigar tantas formações de estalactites e estalagmites, muitas bem antigas. A lenda do lugar conta o seguinte:

“Segundo a tradição, em tempos idos, um homem abastado destas redondezas ao passar por um bosque, em torno de um algar, foi assaltado por um bando de malfeitores que lhe tentaram saquear a bolsa de moedas que trazia à cintura. Com a confusão do assalto, o homem caiu para dentro do algar, levando consigo a bolsa de moedas tão cobiçada pelos assaltantes. Pelo precipício se espalharam e perderam irremediavelmente as moedas, dando ao algar o nome pelo qual ainda hoje é conhecido – Algar da Moeda.”
Mas a história é:
“As Grutas da Moeda situam-se em S. Mamede, concelho da Batalha, apenas a 2 km de Fátima. A sua descoberta aconteceu em 1971, por dois caçadores que perseguiam uma raposa que se terá refugiado num algar existente no meio do bosque. Movidos pela curiosidade, entraram e percorrendo o seu interior aperceberam-se da sua beleza natural, com galerias repletas de inúmeras formações calcárias.Durante vários meses o local foi sendo explorado pelos dois homens, permitindo a descoberta de várias galerias que se viriam a revelar de interesse científico e turístico e que hoje fazem parte da área visitável da gruta. Posteriormente, uma equipa de geólogos e espeleólogos confirmou o seu interesse científico, havendo desde esta fase e até aos dias de hoje, uma profunda preocupação na preservação rigorosa da gruta e de toda a área envolvente.”
Na realidade, a gruta é um patrimônio natural valioso, explorado comercialmente pela inciativa privada. Hum. :/ De qualquer maneira, visitei a gruta com meus pais e o interior é muito bonito. A administração do lugar instalou luzes por toda a área visitável, o que gera um efeito de luz e sombra bem legal.
Gruta das Moedas
Estalactites e estalagmites - Gruta das Moedas
Estalactites e estalagmites – Gruta das Moedas
Lago da Felicidade (é artificial)
Lago da Felicidade (é artificial)

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Saída
Saída

Aqui tem uma visita virtual à gruta. A entrada custa oito euros para adultos.

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As ruas do Porto

Mais uma cidade visitada em Portugal, o Porto, uma das cidades mais importantes do país. Da Wikipedia:

A cidade do Porto é conhecida como a Cidade Invicta. É a cidade que deu o nome a Portugal – desde muito cedo (c. 200 a.C.), quando se designava de Portus Cale, vindo mais tarde a tornar-se a capital do Condado Portucalense. É ainda uma cidade conhecida mundialmente pelo seu vinho, pelas suas pontes e arquitectura contemporânea e antiga, o seu centro histórico, classificado como Património Mundial pela UNESCO, e por um dos seus clubes de futebol, o Futebol Clube do Porto.

Eu fui duas vezes ao Porto, a primeira com meus pais e a segunda com a minha mãe apenas, para ver algumas lojas. Do pouco que vi, achei a arquitetura bem bonita, há várias ruelas e parece ser uma cidade agitada em relação à vida cultural. O Porto era a segunda opção para eu e Erik morarmos no segundo semestre do ano passado, mas acabamos por escolher Liverpool. Aqui mostro um pouco do dia que passei com os meus pais caminhando pelas ruas do Porto. Fomos de trem e descemos na Estação de São Bento:

Estação de São Bento
Estação de São Bento à direita

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Logo na estação já se vê os típicos azulejos portugueses:

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Há um castelo perto da estação:

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Infelizmente não tirei muitas fotos do Porto, acho que estava cansada. Basicamente caminhamos bastante por várias ruas comerciais do centro até encontrarmos um café tradicional da cidade, maravilhoso, onde vale a pena parar tomar ou comer algo, o Café Majestic, na principal rua de comércio, a Santa Catarina. É um café muito bonito todo decorado com espelhos e madeira, em estilo Art Nouveau. Parei com os meus pais para tomar um café:

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Quando anoitece, é hora de voltar para a Murtosa. Pôr-do-sol no Porto:

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Mas antes fizemos uma parada na famosa rede El Corte Inglés. Compramos o jantar que eu e minha mãe já fomos comendo  no carro: pão ciabata, pesto, azeitonas verdes e rúcula. Fiz os sanduíches  no banco de trás e estavam uma delícia.

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Delicatessen no Corte Inglés

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Praia do Furadouro

Quando soube que ia viajar para Portugal, logo pensei em praia e sol. Visitei algumas praias, sim, mas acabei não passando o dia na praia, de bíquine, nadando. Não tem problema, pois era fim de verão e a água já devia estar meio fria.

Uma das praias visitadas foi a de Furadouro, ao norte da Torreira, no munício de Ovar, no distrito de Aveiro, onde fica aquela cidade de mesmo nome que mostrei aqui há poucos dias.

Achei a praia bem bonita, havia vários surfistas, as ondas devem ser boas. Como é bom estar perto do mar.

Praia do Furadouro
Praia do Furadouro

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Pôr-do-sol em Furadouro
Pôr-do-sol em Furadouro

Vocês devem ter percebido que eu apareço bastante nas fotos dessa viagem. É porque foram fotos tiradas pelo meu pai. Estou mesclando fotos minhas e dele nos posts sobre Portugal.

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A Universidade de Coimbra

Mais um passeio em Portugal: desta vez fui com meus pais a Coimbra:

Eles queriam muito me mostrar a Universidade de Coimbra. A cidade tem 143.396 habitantes e é a mais antiga do país, assim como a universidade, sua marca registrada. Fundada em 1290, a Universidade de Coimbra é também uma das mais antigas da Europa. Escritores hoje clássicos da literatura portuguesa estudaram lá: Eça de Queiroz, Antero de Quental, Camões, Almeida Garrett, Gregório de Matos, Tomás Antônio Gonzaga e outros. Quem já leu algum deles? Eu já li “O Primo Basílio”, de Eça de Queiroz, gostei muito. O sociólogo Boaventura de Souza Santos também estudou em Coimbra. Aqui há uma lista dessas pessoas.

Universidade de Coimbra:

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Os estudantes têm que usar uma roupa super tradicional, o traje acadêmico:

Capa e Batina em Portugal é considerado o uniforme académico do estudante da Universidade de Coimbra. Deriva das vestes eclesiásticas e, desde sempre, é composto pela batina e capa.

[…]

A “capa e batina”, também apelidado de “traje académico” nas Universidades do país (à excepção de Coimbra no qual se mantém o nome “capa e batina”), é composto por uma batina, que foi reduzida a uma casaca (copiada das vestes burguesas), colete, gravata preta, camisa branca, calças simples, sapatos simples, e por uma capa, que deverá tocar no chão, quando colocada sobre os ombros, sem dobras. Esta é a indumentária reservada aos homens, que também podem usar um gorro simples, sem borla. As senhoras, em vez da batina, usam um casaco pela cinta, uma camisa branca, uma saia travada e abaixo do joelho, meias compridas, pretas e não opacas, sapatos pretos e clássicos, e uma capa igual à dos homens.

As origens do traje académico masculino remontam ao século XVI, embora o actual modelo provenha das vestes burguesas de finais do século XIX e inícios do XX, quando estas substituíram o traje talar.

Logo que chegamos ao campus, vimos vários estudantes com o traje.

Estudantes com o traje acadêmico
Estudantes com o traje acadêmico
Paço da Universidade de Coimbra
Paço da Universidade de Coimbra
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Eu e minha mãe, bem pequeninas na foto
Portal da Capela de S. Miguel
Portal da Capela de S. Miguel

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A universidade tem um feeling bem legal em certas partes, deve haver muitos programas interessantes para se estudar.

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Depois da visita à universidade, passeamos um pouco pela cidade:

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Mais insatisfação em Coimbra:

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Um passeio pelo centro de Aveiro

Durante a semana que passei em Portugal, meus pais me levaram para várias cidades que eles gostam, cidades importantes no país. Logo no primeiro dia fomos a Aveiro. A nossa base era a Murtosa e, de lá, fizemos vários passeios. Creio que Aveiro, com 78.450 habitantes, é a maior cidade mais próxima da Murtosa:

Passeamos por uma tarde. O centro da cidade é cortado por um canal:

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Meus pais passeiam em Aveiro

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Uma das coisas mais famosas de Aveiro são os barcos moliceiros. Moliço é uma planta aquática que serve para adubar a terra. Os moliceiros são barcos usados justamente para apanhar o moliço da Ria de Aveiro. O meu bisavô, pai das minhas avós (lembrem-se que elas eram irmãs), era catador de moliço. Os barcos são sempre decorados, coloridos. De acordo com a Wikipedia:

Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.

É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.

São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.

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Moliceiros decorados
Moliceiros decorados

Outra marca registrada de Aveiro são os ovos moles:

Trata-se de um doce regional, tradicional da pastelaria aveirense, cuja fórmula e método de produção original se deve às freiras dos vários conventos aqui existentes até ao século XIX – dominicanas, franciscanas a carmelitas. As religiosas utilizavam a clara de ovo para engomar os hábitos, enquanto que as gemas, para que não fossem desperdiçadas, se constituíram na base para a feitura do doce. Extintos os conventos, o fabrico dos ovos moles manteve-se, graças a senhoras educadas pelas referidas freiras. Desde o início da linha de caminho de ferro Porto-Lisboa que é tradicional a sua venda durante a paragem dos comboios na estação de Aveiro, feita por mulheres usando trajes regionais.

Eu não experimentei, pois realmente não sou fã de doce com ovos.

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As casas eram bem bonitas:

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Nem tudo está bonito em Portugal. Afundados em uma crise que é de todos, o povo parece estar bem insatisfeito com as medidas de austeridade, com o Banco Central Europeu, com a Troika e tudo o que se refere às medidas econômicas tomadas para conter a crise. Enquanto eu estava lá, a palavra austeridade estava na boca de todos, e a TV não parava de mostrar manifestações e matérias sobre o assunto. As coisas estão bem quentes em Portugal. O desemprego é imenso e muitos benefícios sociais foram cortados. Há pichações por muitas partes, convites a demonstrações:

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A pequena vila da Murtosa

Depois dos Estados Unidos, o Erik seguiu direto para a Inglaterra, como já dito aqui, para arranjar um lugar para morarmos. Eu fui para Portugal, encontrar com os meus pais, que estavam passando férias lá. Pensei que seria uma oportunidade ótima de vê-los, já que eles estavam no mesmo continente. Quando a gente mora fora, acaba pensando assim, hehe. Foi uma semana na terra de origem da minha família, inteira portuguesa. Mesmo os meus pais são portugueses. Minha mãe nasceu em Setúbal e meu pai, na Murtosa, uma pequena vila ao norte:

De acordo com a Wikipedia, tem cerca de 3.700 habitantes e o território principal é onde se localiza a vila. A Murtosa pertence ao Distrito de Aveiro. Estou contando tudo isso, pois foi lá que fiquei. Meus pais têm uma casa muito antiga, que era do meu avô paterno, o vô Antônio. Meu avô cresceu nessa casa. Ele já faleceu, minha avó Lucinda, sua esposa, portanto minha avô paterna, também. Assim a casa ficou para o meu pai e a minha única tia “direta”. Meus pais são primos de sangue, então tudo está em família mesmo. Quando eles passam férias em Portugal, ficam na casinha da Murtosa, que já está meio que caindo aos pedaços. Precisa de reforma.

Vou mostrar um pouco de Portugal nos próximos posts, a origem da minha família. Acho que a Valéria, em especial, vai gostar bastante. Sei que você quer muito ir para lá, né? 🙂 Minha irmão vai gostar de ver também, já que ela queria muito ter estado lá conosco.

Começo então pela Murtosa, a vila onde meu pai nasceu e onde minhas duas avós, que eram irmãs, também nasceram e viveram, além do meu avô paterno. Todos vêm da Murtosa, exceto meu avô materno, que é de Lisboa.

Vila da Murtosa
Rua onde fica a casa
Rua onde fica a casa

As casas são assim:

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Tem vacas, porcos, cachorros e algumas plantações. Achei que a região trata os animais de maneira terrível. Muitos cachorros estão acorrentados nos quintais e mal podem andar, as vacas também estão presas à grama.

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Meu pai, José Maria, na plantação de milho

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A casa

Como dito, a casa é bem antiga.

Casa dos meus pais, antes da família do meu avô Antônio
Casa dos meus pais, antes da família do meu avô Antônio

O Rides II também foi:

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A casa tem um quintal com horta, tanque e poço:

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Eu e minha mãe, Maria de Jesus. Muitas caipirinhas.
Rides ao poço
Rides ao poço
Muito sol
Muito sol
Horta
Horta

Os tomates estavam maravilhosos, explodindo de sol e doçura.

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Catando tomates para uma salada

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