Erik

Luxo em Pattaya

Pattaya, Chonburi, Tailândia

Depois de toda a diversão em Koh Tao, seguimos para Pattaya. O plano inicial era passar uns dias em Bangkok, capital da Tailândia, mas o Erik tem um amigo norueguês que vive em Pattaya. Por que não visitá-lo? Assim, passamos apenas uma noite em Bangkok antes de chegarmos a Pattaya, cidade litorânea e também famosa por ser outra capital do sexo, como Patong. Pattaya fica em outra parte da Tailândia:

Viajamos em um ônibus super luxo. É incrível como a Tailândia é preparada para receber turistas, ao menos o sul do país. Vejam, faço questão de frisar esses detalhes, pois, assim que começar a postar sobre a Índia, nada disso é mais válido. Enfim, o amigo norueguês do Erik se chama Tom e ele, junto ao pai, é dono de um condomínio de luxo para noruegueses em Pattaya, o New Nordic. Nós nos hospedamos em um dos apartamentos de lá por um preço de amigo mesmo.

New Nordic

Lá, conhecemos alguns amigos de Tom, um malaio, um outro norueguês e uma moça tailandesa. Todos eram muito legais e tivemos festinhas noturnas diariamente na varanda:

Muita diversão até altas horas da noite ao redor desta mesa

Eu e o Erik estávamos maravilhados, abobalhados por conta de todo aquele luxo, especialmente depois de algumas semanas em cabanas de praia. Não posso descrever a emoção de dormir em uma cama gigante, limpa, confortável, cheirosa em um quarto com ar-condicionado, hehe… Além de banho quente!

Rides aproveita a cama cheia de almofadas.

Rides aproveita a água quente da torneira.
Corredor dos quartos para a sala
Sala
Cozinha fofa

Em um dos dias que passamos por lá, fomos a um restaurante bem chique à beira-mar, parte de um resort:

Restaurante Cabbages and Condoms

Havia um lago por ali:

O jardim era bem curioso, tinha água sendo esguichada a todo o momento e umas mensagens interessantes:

Arca de Noé

Havia um outro restaurante bem mais simples na rua do lado ao residencial New Nordic. A comida era fantástica. Eu adoro comida Thai, é criativa e muito saborosa. Aí eu ainda comia peixe/frutos do mar de vez em quando:

Menos requinte

Mais sabor:

Salada tailandesa de papaia verde (Som Tam)

A salada acima é um prato típico da Tailândia e é deliciosa, a salada de papaia verde. Essa, em particular, estava apimentadíssima, então foi bem difícil comê-la. Abaixo, mais um prato tradicionalíssimo a sopa Tom Yum:

Sopa Tom Yum

Em uma das noites por lá, fomos a um shopping jogar boliche. Há dinheiro em Pattaya, é muito óbvio pelo número de hotéis, shoppings e restaurantes. A própria área do boliche era meio chique:

Boliche chique
Vestido + sapatos de boliche: jogadora não tão chique
Da esquerda para a direita: o amigo da Malásia, Erik e Tom

Erik
Eu, um desastre

A jornada pela Tailândia acaba em aqui, em Pattaya. Os próximos posts terão um tom muitíssimo distinto. Preparem-se para muitas fotos gráficas, cenas fortes e considerações a respeito da loucura que é a Índia.

Festa em Ko Tao

Os espanhóis de Ko Tao

Ko Tao,  Surat Thani, Tailândia

Muitas das noites em Hin Wong, Ko Tao, foram passadas com os espanhóis que eu e Erik conhecemos a bordo do barco que nos levou para lá. Eles alugaram várias scooters, então tinham acesso mais fácil ao centro da ilha, já que a baía de Hin Wong é um tanto afastada. Resultado: eu e Erik andamos para cima e para baixo na garupa deles, independentemente do nível de álcool do motorista  – aliás, eles são candidatos a serem eleitos os maiores manguaças que eu já vi por aí. Em uma noite, fizemos luau na pequena praia de Hin Wong, mas em outra nos juntamos a todos os outros turistas/mochileiros da ilha em uma festa na praia, do estilo das que ocorrem em Koh Phi Phi Don. Foi muito divertido.

Festa em Ko Tao

Eu fiz três dreads na Tailândia

Nós nos divertimos muitos com os amigos espanhóis em Ko Tao. Pena não lembrar do nome deles.

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Um paraíso secreto: Hin Wong, Ko Tao

Ko Tao,  Surat Thani, Tailândia

Quem tem acompanhado os posts sobre a viagem à Tailândia já deve estar perdidíssimo com tantos nomes tão diferentes do Português. O litoral da Tailândia é assim, cheio de ilhazinhas com nomes idênticos aos olhos estrangeiros. Ko Tao é uma dessas ilhas, pertencente à província de Surat Thani. Foi lá que chegamos depois de deixarmos as ilhas Phi Phi. A jornada à Ko Tao foi uma das mais divertidas de toda a viagem, de Turquia à Índia. Por sairmos de uma ilha à outra, o trajeto é logicamente via barco. Mas um barco muito interessante: noturno, com camas numeradas individualmente:

Não li nada que prove que asiáticos tenham estatura baixa e sejam magros, mas esse barco foi planejado para esse tipo de pessoas – uma atmosfera um tanto aconchegante:

Suecos estão em todo lugar

Eu e o Erik levamos algumas cervejas para a viagem.

Foi quando as luzes se apagaram é que conhecemos uma meia dúzia de espanhóis divertidíssimos. Eles não queriam dormir, mas sim, farrear. Levaram todas as cervejas deles mais umas caixinhas de som e fizeram a festa na parte de baixo do barco. Eu e Erik fomos convidados a participar. Aí pronto, ficamos amigos todo o tempo que passamos em Ko Tao:

Ko Tao tem um centro turístico moldado ao gosto dos mochileiros europeus. Dividimos um “táxi” (uma pick up) com os espanhóis e fomos atrás de praias e hospedagem. Cansadíssimos, vagamos por meio dia até chegarmos a uma parte menos conhecida da ilha: a baía de Hin Wong, outro paraíso tailandês.

Conseguimos um chalé fofo com banheiro incluso por uma bagatela. Hin Wong é barato e não há muitos mochileiros. Há turistas um pouco mais velhos, algumas famílias, a maioria europeus, vários destes franceses.

Subida para o nosso chalé

Aproveito para lembrar que a natureza é parte integrante do pacote (na verdade, nós é que somos os invasores, não?), assim encontramos alguns visitantes dentro do chalé:

Nossa varanda; chalé dos espanhóis ao fundo

Rides aproveita a vista deitado na rede da varanda:

A baía de Hin Wong é lindíssima:

Abaixo está o caminho do único restaurante, onde trabalha uma família da Malásia, o restaurante mais demorado do mundo. Eles são muito, muito gentis, mas nada chega à mesa antes de uma hora de espera.

Caminho da pequena praia:

Praia de Hin Wong

Hin Wong é um excelente ponto de snorkeling e mergulho. Eu passei horas dentro d’água todos os dias. Entrava depois do almoço e só saía perto do fim-da-tarde, com aquela impressão “é isto o que quero fazer da vida”. As minhas vias aéreas ficaram limpíssimas de tanta água limpa salgada, e o corpo, cansado de tanto mergulhar (snorkeling). O melhor de Hin Wong é que não há necessidade de ir longe para estar perto da vida marinha. A baía é circundada de corais e muitos peixes. É só colocar a máscara na praia e nadar.

Erik se prepara para snorkeling

Logo fica profundo e aí é que tive uma experiência ao estilo national geographic/discovery channel: nadar com um cardume de literalmente milhares de peixes dançando balé. Algo assim:

Vi o “perigo” de quem faz snorkeling, o triggerfish, que a wikipedia traduziu como peixe porco. Eu o vi todos os dias, e ele era do tipo titan triggerfish, peixe porco gigante. São relativamente perigosos, pois possuem veneno e são muito zelosos de seu território, assim podem atacar. O que eu vi era exatamente assim:

Esse abocanha corais duros

Fotos neste blog.

Vi lula e também um tubarão muito pequenino sem a barbatana – provavelmente foi cortada para se fazer sopa, pois a ferida branca era um círculo bem simétrico. Ele nadava devagar e provavelmente não conseguia de alimentar. Deve ter morrido. Não é preciso citar o absurdo que esse comércio de barbatanas de tubarão para sopa é. A barbatana é cortada em barcos de pesca e os animais são jogados vivos de volta ao mar.

Abaixo, dá para ver os corais na água transparente:

Hin Wong é lindo!

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Finalmente, Koh Phi Phi Leh!

Koh Phi Phi Leh, Krabi, Tailândia

Acho que muitos se lembram daquele filme de Danny Boyle, A Praia. Cenário maravilhoso, lembro que quando assisti fiquei impressionada com o lugar.

Slogan: Deve existir em algum lugar do planeta. E existe! É Koh Phi Phi Leh, na Tailândia. Fiquei impressionada também na vida real. A baía de Maya, nome da praia, é magnífica mesmo com as montanhas de calcáreo circundando-lhe. O problema é chegar lá. A baía de Maya foi a última parada, depois de, entre outras, a praia dos macacos. A correnteza estava muito forte nesse dia, então os botes levam os turistas ao outro lado da baía – basicamente mar fundo, lindo, cheio de corais coloridos e peixes, mas também cheio de rochas cortantes próximas a uma escadinha de madeira cravada em rocha. É por ali que você sobe para alcançar o lado oposto da baía. Assim, o único jeito é saltar do bote, nadar em mar fundo e ser jogado pelas ondas contra as pedras, enquanto você desesperadamente tenta alcançar uma cordinha atada à escada. A volta é pior ainda, pois a maré baixa e as rochas ficam bem visíveis. Então é preciso andar nessas rochas afiadas enquanto as ondas batem, te derrubam e você se corta toda nas pedras até alcançar a parte funda e nadar até o barco. Juro que é assim, não estou aumentando. Existe um preço para chegar até a praia, assim como o foi para o personagem de DiCaprio (no filme, o personagem nada uma distância enorme para chegar ao seu destino). Na vida real, várias meninas não chegaram à praia, pois não sabiam nadar. A exceção foram os turistas chineses, que pagaram muito mais em excursões em barcos grandes, que alcançam a baía de Maya mesmo com correnteza forte.

Eu e o Erik chegamos lá, da maneira mais difícil, nadando e sendo arremessados contra as pedras:

O outro lado da escada de madeira
Entrada da praia
A Praia no filme
A Praia na vida real, cheia de turistas chineses

No dia em que fui estava cheio de turistas mesmo:

Essa região é ótima para escalar rochas. Muitos estavam se divertindo no paredão abaixo. O Erik tentou, ninguém conseguiu.

Baía de Maya

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A caminho de Koh Phi Phi Leh novamente

Koh Phi Phi, Krabi, Tailândia

Eu sei que parece repetitivo escrever sobre o caminho a Phi Phi Leh de novo. Por que não falar logo se cheguei ou não? É que essa região da Tailândia é simplesmente magnífica e eu não resisto em colocar mais fotos dos arredores.

Bem, esta foi a segunda tentativa de chegar à ilha de Leonardo diCaprio. A primeira vez foi bem turbulenta, e a segunda também, mas de um jeito diferente: a turbulência não estava no mar, mas sim dentro da minha barriga, graças à pizza do dia anterior. Eu já tinha passado mal, mas a gulodice me tentou e voltei ao stand de fatias de pizza novamente. No dia seguinte, rumo à Phi Phi Leh de novo, eu estava assim:

Então, este é o caminho à Phi Phi Leh em um dia ensolarado:

A primeira parada foi em uma pequeníssima praia habitada por macacos.

Vida boa

Nem tão boa assim, já que há muitos turistas para perturbá-los:

Os barcos típicos tailandeses sempre são decorados:

Mais cenas dos arredores (me lembrou Piratas do Caribe):

Rocha de coloração laranja

Mini caverna

Mais uma parada, ao redor de Phi Phi Leh (já não me lembro do nome dessa baía):

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Tentativa de chegar à Koh Phi Phi Leh

Koh Phi Phi Don, Krabi, Tailândia

Há vários passeios de bote que saem de Koh Phi Phi Don, a maior das ilhas Phi Phi. Os mais populares, provavelmente, são os que têm o mesmo destino final: Koh Phi Phi Leh, a ilha do Leonardo diCaprio. Na verdade, a ilha onde o filme A Praia foi gravado. As pequenas agências de turismo espalhadas por toda Phi Phi Don se aproveitam da popularidade que a outra ilha ganhou por conta do filme e até colocam fotos do ator nas portas.

Eu queria visitar Phi Phi Leh, lógico, além de praticar snorkeling, já que essa área deve ser uma das melhores do mundo para mergulho e afins.

Eu e Erik embarcamos em um desses passeios. O roteiro era ótimo, incluía uns cinco pontos diferentes e o bote era tipicamente tailandês. Infelizmente, o dia estava encoberto e o sol aparecia preguiçosamente.

Barco típico tailandês

Eu amo passear de barco. A paisagem natural dessa região é um espetáculo e as formações rochosas são incríveis.

Barco de pesca pelo caminho

Não escolhemos um bom dia. Depois de um certo tempo a bordo do bote, o sol preguiçoso se escondeu de vez, o céu nublou e alguns pingos de chuva caiam aqui e ali. Acabamos ficando por menos tempo em alguns pontos. Paramos em uma praia, mas o mar estava tão agitado que o bote não chegava muito perto da areia. A água estava turva e a visibilidade era baixa para snorkeling. Ainda assim, arrisquei-me junto a outras três pessoas a nadar para longe sem pés de pato só para ver umas formações bonitas de coral. Consegui chegar lá, mas ainda assim a visibilidade não era das melhores. O problema foi voltar. Quando eu estava a cerca de uns quatro, cinco metros do bote, acho que peguei uma corrente e não conseguia me mover. Eu nadava, nadava e não saia do lugar. O rapaz que guiava o barco já estava apitando para ir embora. Ao final, consegui subir a bordo, mas depois de fazer sinal para que o barco viesse me buscar. Aqui parece pior do que foi. Na verdade, devo ter passado apenas um minuto dando braçadas sem sucesso. Mas a sensação ficou. Assusta, mas o que estava por vir assusta mais ainda.

O que veio foi uma tempestade em meio ao mar. Esse bote tailandês é um barquinho muito resistente, mas quando enfrenta ondas de cinco metros, a história muda. Imaginem o barco abaixo e uma onde dessa altura na frente dele. Melhor, imaginem estar sentados na parte frontal do bote. Era onde eu estava.

Ondas de cinco metros ou mais de altura

O bote enfrentava as ondas assim, subia, subia, subia até parecer que ia virar. Uma atrás da outra. As pessoas começaram a fica apreensivas, mas eu ainda estava me divertindo. Parecia uma montanha russa. Tudo ficou escuro, chuva, alguns raios. O condutor do bote recebeu uma ligação no celular e, ao invés de seguirmos de volta à Phi Phi Don, retornamos para ajudar uma outra embarcação. Aparentemente, algumas pessoas de um outro grupo como o nosso desapareceram. Não tenho certeza e não vou afirmar que essas excursões perdem turistas em meio a tempestades, mas os condutores estavam bem apreensivos. Não entendo nada da língua, e o pouco que o condutor falou, em Inglês, foi evasivo. Depois dessa “busca”, navegamos e mais e mais ondas. Voltamos de novo, para esperar a tempestade passar. O condutor estava um pouco temeroso e pediu que todos vestissem coletes salva-vidas. Aí, sim, fiquei um tanto assustada. Faltava um colete e justamente o Erik ficou sem. A costa estava sempre do lado direito e não muito longe, então acho que poderíamos nadar até um dessas casinhas caso algo acontecesse:

Não seria como A Praia, mas sim como Náufrago (com casinhas).

Depois de muito sobe e desce e momentos em que o bote, literalmente, surfou as ondas, conseguimos voltar a Koh Phi Phi Don e, logicamente, a ida a Phi Phi Leh foi cancelada. Decepção.

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De volta à Tailândia: Koh Phi Phi Don

Koh Phi Phi Don, Krabi, Tailândia

Como explicado no post A Volta, trago a continuação (eterna) dos posts sobre a viagem pela Malásia, Tailândia e Índia. Para quem não se lembra, estávamos em Patong, Tailândia.

Depois de tanto neon e homens esfregando os menus de shows de ping pong na sua cara, nada melhor do que ter saído de Patong rumo a um outro paraíso: as ilhas Phi Phi (Koh Phi Phi Don e Koh Phi Phi Leh).

O nome Phi Phi não é extranho para quem assistiu o filme A Praia, com o Leonardo DiCaprio. O cenário foi a ilha de Koh Phi Phi Leh, mas este é um assunto para posts futuros.

Essas duas ilhas se localizam na província de Krabi, Tailândia:

Chegamos a Koh Phi Phi Don, a maior e única ilha permanentemente habitada, pela manhã. Phi Phi Don é bastante turística, mas recebe um grupo diferente de pessoas: são muitos jovens por volta de 20 anos que só querem encher a cara e farrear (a maioria europeus), mochileiros, praticantes de snorkeling e mergulho e chineses bem família. A ilha está bastante explorada pelo comércio e não faltam nem albergues, nem resorts de luxo. Nós nos hospedamos em um albergue na vila de Ton Sai, onde fica o agito e a hospedagem é mais barata. Tem de tudo em Ton Sai, restaurantes, bares, pubs, internet cafés, farmácia, mercado…

Ton Sai

Havia bastante comida de rua.

São os locais que trabalham nesse mercado. Gente simples, que ganha dinheiro com os turistas que, como já disse, vão lá para farrear.

Profissões que não vemos mais

Do lado oposto ao que os barcos chegam à ilha, fica a praia de Ao Lo Dalam – onde as festas acontecem à noite.

Eu amo a Tailândia

A maré flutua muitíssimo ao longo do dia. De repente, fica assim:

Os barcos ficam atolados na areia:

Em um dia de sol, é divino:

É claro que tinha cachorros por lá:

Queria levar para casa

As noites são bem agitadas por lá. Algumas vezes jantamos pizza nesse quiosque (a pizza era boa, não acreditei muito). Resultado: noites em claro com uma horrível dor de estômago, vômito…

Há vários bares sempre lotados por lá.

Um dos mais interessantes é o que oferece lutas gratuitas de muay thai para turistas. É genial. Se você estiver interessado em lutar, basta encontrar um oponente do mesmo sexo e peso compatível ao seu. Eu acabei desistindo da idéia (arrependimento batendo neste momento) e apenas assisti os profissionais, lutadores de verdade que entretêm o público nos intervalos das lutas dos turistas.

Bar do muay thai
Lutadores profissionais

Na frente desse bar há um stand de bebidas alcoólicas. Existe um jeito peculiar de beber os seus drinks em Phi Phi. Você compra baldes. Isso, baldes os quais são enchidos com uma garrafinha de vodca (ou o que for), refrigerante e gelo. O balde é grande, então a relação custo-álcool-benefício é ótima. Abaixo, o balde de whisky sai por quase sete reais.

Munidos de nossos baldes, rumamos à praia, onde vários bares viram casas noturnas ao ar livre. A maioria é bem jovem e bem bêbada. Os brasileiros não sabem o que estão perdendo quando suam para juntar o dinheirinho das férias na Europa. O negócio é ir para o Sudeste Asiático. É para lá que os jovens europeus vão nas férias deles. 😉