Istambul – Turquia

Istambul foi nosso primeiro destino. Voamos de Stockholm pela Turkish Airlines. Fiquei impressionada com a companhia. O aviao era confortavel, oferecia monitores grandes individuais, de boa qualidade. A comida estava uma delicia, mas eu me esqueci de pedir vegetariana quando compramos o ticket online.

Chegamos em Istambul a noite e ja estavamos no trem que leva do aeroporto ao centro por volta da meia noite.  O albergue era bem proximo a Mesquita Azul, bem turistico, cheio de restaurantes. A bateria da camera acabou, portanto, poucas fotos:

Albergue onde desta vez ficamos em um dorm (beliches com mais um numero de gente):

No dia seguinte, aproveitei para buscar um cabeleireiro, ja que o prazo de validade do meu cabelo expirou ha muito. Gastei horas em Linkoping a pesquisar os saloes de la. O fato de as mulheres turcas terem um cabelo mais semelhante ao meu e de que seria seguramente mais barato do que na Suecia parecia uma boa combinacao. Acontece que eu esqueci o papel onde anotei enderecos, nomes, etc etc. Ou seja, tive que confiar na memoria para chegar a area onde supostamente eu encontraria a salvacao. E bater de porta em porta tambem.

Antes disso, decidi tentar o salao local, bem humilde, bem simples. A mulher nao entendeu nada, claro, pois nao falava Ingles. Foi super estupida, grossa, quase arrancou todo o meu cabelo e fez um corte daqueles. Resultado: lagrimas pela rua afora. Assim, fez-se mais urgente ainda buscar os saloes o qual havia pesquisado.

Pegamos um taxi e rumamos a esse bairro luxuoso, cheio de lojas de marcas internacionais e shoppings. A caminho, perto do Mar de Marmara, varias mesquitas:

Depois de engolir em seco por conta dos precos dos saloes (e tambem por ser difcil encontrar o relaxamento tao comum no Brasil), achamos um bem em conta: 400 liras turcas = 381 reais. Acreditem, e imensamente mais barato do que na Suecia. Fui super bem tratada, massagem na cabeca e nuca ao lavar o cabelo e muito mais. O servico nos estabelecimentos turcos – nos poucos que fomos – e maravilhoso. Tudo correu bem, baldes e baldes de cafe, ate o Erik chegar e pagar a conta.

O cabeleireiro havia dito 400 e nos entendemos, obviamente, 400 liras turcas, a moeda local. Mas o cabeleireiro tinha dolares em mente: 400 dolares, mais pe e mao e um acertozinho no cabelo do Erik. Confusao. Tecnicas de barganha. Quebrei o preco em 150 dolares. Acabamos pagando quase o mesmo que seria na Suecia. As atividades corriqueiras sao dificei em outro pais.

Istambul e uma cidade muito bonita, temos que voltar para passar mais dias.

A noite pegamos o voo para Nova Delhi, India.

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Turquia, Malásia, Tailândia e……. Índia!

Este post é histórico pois registra a notícia de que finalmente Camila estará na Índia!!! Para quem me conhece, isto é algo cheio de significado para mim, sempre quis ir para a Índia, país das cores, da música, da comida e da religiosidade que tanto me atraem.

Será uma viagem bem longa, de cinco meses.

Partimos de Estocolmo no dia 11 de julho. Voamos pelas Linhas Aéreas Turcas e a conexão de um dia é em Istambul. Ganhamos um dia para visitar a cidade, é bem pouco, mas é mais como um bônus.

De Istambul, voamos para Nova Delhi, Índia. Ficamos um dia apenas, pois logo precisamos escapar das monções, que atingem o pico justamente em julho. Para fugir das enxurradas, decidimos fazer umas escalas especiais, hehe.

De Nova Delhi, aterrisamos em Kuala Lampur, Malásia. Como queremos ir direto para a praia, pegamos um vôo para uma cidadezinha chamada Kota Bharu. Daí, táxi para o barquinho que leva às ilhas Perhentian. Duas semanas depois, voltamos de trem das ilhas para a capital Kuala. Uma viagem de umas 15 horas.

De volta a Kuala, voamos para as ilhas Phuket, Tailândia, e seguimos para duas semanas nas ilhas Phi Phi – é onde o filme “A Praia”, aquele com o Leonardo di Caprio, foi filmado. Eu sei, eu ainda não consigo acreditar.

Das Ilhas Phi Phi, depois de muitos barquinhos, pegamos um ônibus para a capital, Bangkok. Lá vamos encontrar uns amigos do Erik e basicamente farrear.

Da Tailândia, voltamos para a Índia, aterrissamos em Calcutá. De lá vamos a muitos lugares, ainda estamos planejando. Mas com certeza passaremos o últimos mês em Goa, o que será a apoteose de tudo isso – sempre disse, desde os tempos de colegial, que iria para Goa. E lá eles falam Português.

 

De quebra, o Erik vai trabalhar em algum projeto na Índia e eu vou tentar me juntar a algum.