Viajando pela Jamaica: Portland

Como parte dos últimos posts sobre lugares a visitar na Jamaica que não sejam a capital Kingston, apresento Portland, um dos lugares menos conhecidos por turistas, mas certamente na lista dos mais bonitos. Portland foi uma dica do pessoal do escritório; é sempre bom viajar e ter a oportunidade de fazer contatos com pessoas do local. No meu caso, ter feito amizades com muitas pessoas do escritório durante o estágio foi muito gostoso. Portland, além de ser um achado, é perto de Kingston. Assim, muitas pessoas que trabalham na capital aproveitam os fins-de-semana para relaxar nas praias de Portland.

Eu e Mirsini passamos um fim-de-semana em Portland já bem no final do nosso estágio, um pouco antes de o Erik chegar. Ficamos na capital de Portland, Port Antonio, e de lá fomos às praias mais próximas.

Port Antonio

Uma cidade pequena, não senti que oferece muito. O cais é bem bonito.

Port Antonio. Vista do hostel
Port Antonio. Vista do hostel

IMG_1777A marina chama-se Errol Flynn. Andei à beira da água no fim de tarde, e havia muitos moradores locais, principalmente estudantes em uniformes.

Marina Errol Flynn
Marina Errol FlynnDur

IMG_1785IMG_1779Durante a estada em Portland, fui a Frenchman’s Cove e Winnifred. Vou mostrar apenas a primeira, mas Winnifred também é muito bonita.

Frenchman’s Cove

Frenchman’s Cove é um paraíso. Não há muito o que dizer. De táxi, não fica longe de Port Antonio. Após uma breve caminhada por uma propriedade particular que se parece a um lindo jardim botânico, chega-se à praia. Há que se pagar entrada, o que me soa muito estranho, mas a vantagem é não ser molestada o tempo todo. A Jamaica não é muito fácil nesse quesito, há sempre alguém querendo lançar uma conversa, vender algo… Sem contar o assédio constante dos homens. Nessa praia havia apenas turistas. É pequena e bem tranquila.

Frenchman's Cove, Portland
Frenchman’s Cove, Portland

IMG_1831IMG_1802Eu e Mirsini fizemos snorkeling no lado direito na foto acima. Nadamos para mais longe, para trás da encosta do mesmo lado. Fica bem fundo, muito bonito. Dessa vez o mar estava cheio de águas-vivas bem pequenas, e eu senti uma queimação na perna. Quando saímos da água, o salva-vidas acabou contando à Mirsini que dois turistas já se afogaram naqueles lados… Há que tomar muito cuidado.

IMG_1803IMG_1806Tomamos café na praia, que foi servido com pompa.

IMG_1819IMG_1817Ao olhar o mar, ao lado esquerdo, fica uma parte muito serena e bonita, que liga a praia ao jardim.

IMG_1826IMG_1845Woody’s Burgers

Para comer, há um lugar muito característico, conhecido pelos locais, chamado Woody’s Burgers. Fica à beira da estrada, a caminho das praias. Eles oferecem hambúrgueres muito gostosos, várias opções vegetarianas e veganas com banana e outros ingredientes. É bem barato, vale a pena.

Woody's Burgers
Woody’s Burgers

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Rastas e veganos em Kingston: Veggie Meals on Wheels

No post passado, apresentei dois restaurantes cuja comida não vale muito a pena, apesar de o ambiente de um deles ser muito legal. Agora mostro um lugar que vale a pena ir, pois tanto o ambiente quando a comida são bacanas: Veggie Meals on Wheels (algo como “Refeições vegetarianas/veganas sobre rodas”). Esse restaurante é uma área rasta “no bones” como eles mesmos denominam: “sem ossos/espinhas”, ou seja, vegan. Não sou vegan, sou vegetariana, mas tenho alguns hábitos vegan. Gosto muito de comida vegan bem-feita, e acho uma pena que as pessoas descartem essa opção por experimentarem coisas ruins, feitas por quem não está acostumado(a) a cozinhar esse tipo de comida. Pois bem, em Veggie Meals on the Wheels, você pode ter um gosto do que é comida vegan gostosa. Não é o melhor que já provei, mas pretendo voltar lá muitas vezes.

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Praça Regal, Cross Roads, onde fica Veggie Meals on Wheels

O ambiente é formado por dois trailers de comida (food trucks) e um café. Veggie Meals on Wheels é um dos trailers.

IMG_1577Veggie Meals on Wheels

O outro trailer não é vegano nem vegetariano – vendem peixe à moda Jamaicana. Definitivamente uma área “yes bones”.

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Barraca de peixe

O café chama-se Café África, e tampouco é vegetariano/vegano, mas servem opções desse tipo. É um café especializado em comida tipicamente africana, o que quer dizer de diferentes países africanos, como Marrocos, Etiópia, Camarões, República Central Africana e outros. Quero provar alguns dos pratos vegetarianos. Eles servem café também.

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Café África

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Trailer de Veggie Meals on Wheels

Mirsini e eu provamos várias opções. Experimentamos o “banana bread” (pão de banana), na foto abaixo servido com fatias de abacate. O pão de banana é mais como um bolo, cai bem com café.

IMG_1582Mirsini contente com o almoço

Também comemos o hambúrguer, estava gostoso. A apresentação dos pratos é quase o que há de melhor nas refeições.

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Comi akee, uma fruta típica de clima tropical, parente da lichia, muitíssimo apreciada na Jamaica. É a fruta nacional deste país e faz parte também do prato nacional, “ackee and saltfish” (akee com bacalhau). É muito gostoso, muito mesmo. Na foto abaixo, akee foi servido com uma rodela de banana-da-terra. Para acompanhar, bebi suco de hibisco, muito comum aqui.

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Em Veggie Meals on Wheels também há barraca com bijuterias estilo rasta.

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 Agora sim, no próximo post, um pouco da beleza natural Jamaica.

Dois restaurantes não tão bons em Kingston

É mais comum encontrar posts sobre restaurantes bacanas para visitar em posts sobre turismo. Este não é um deles. Este post não é sobre dois restaurantes super gostosos; é sobre dois restaurantes para não ir em Kingston. Um deles era bem promissor: um restaurante JaMexican chamado Chilitos. Imaginem, uma mistura de comida jamaicana e mexicana. Essas duas cozinhas são uma delícia, além de muito apimentadas. O encontro das duas só poderia ser algo dos céus. Mas não foi, pelo menos não em Chilitos.

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Chilitos: comida JaMexican (Jamaicana & Mexicana)

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Em Chilitos, você está sob sua própria responsabilidade: “Estacionamento por sua própria conta e risco. Favor retirar seus pertences do carro – gerência”

Chilitos não é de todo ruim. A decoração é o máximo, é um ambiente muito gostoso. O problema desse restaurante é justamente a comida. A comida não é boa. Não estou julgando por um patamar superior de excelência, hehe. Eu não sou chef e já comi em muitos lugares simples. A questão é que é aquele tipo de restaurante que promete, mas desaponta. É aquele tipo de comida que é ok – você come, mas não planeja voltar.

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Ótima decoração

IMG_1445 IMG_1431Menu promissor

Apesar de a comida não ser realmente boa, o ambiente é tão legal que vale a pena caso você queira apenas uma (ou duas) cervejas. Eu fui ao Chilitos esperando comer uns tacos maravilhosos no almoço de sexta depois do trabalho – na sexta o horário de saída é 1.30pm. Comi umas quesadillas e tacos, mas o que desceu bem mesmo foram as cervejas. Nada como começar bem o fim-de-semana.

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A área externa é cheia dessas imagens:

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A parte interna também tem umas peças muito legais.

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Um outro restaurante que não vale a pena tanto pela comida, mas principalmente pelo preço, é o grego Opa. Tendo passado parte do verão na Grécia e, mais ainda, acompanhada por uma típica grega, acho que deu para ter uma boa ideia sobre a comida do Opa. Não é que não seja boa, mas não é nada que me faça querer voltar. A entrada é ótima – pão pita, hummus e outras gostosuras. Mas já aí eles não se mostram muito gregos: as porções são pequenas. Para vegetarianos há apenas uma opção, quiabo ao molho de tomate. Estava até que bom, mas extremamente salgado. Além disso, muito caro para comer quiabo.

Eu e Mirsini fomos ao Opa a convite de nossos chefes, representantes da ONU no Caribe. Mas essa história só dá para contar depois que eu terminar o trabalho por aqui.

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Ao final, queria a oportunidade de mostrar também os ônibus coloridos de Kingston. Mas isso não é o melhor; o melhor é que os ônibus da cidade são baratos, limpos e têm ar-condicionado. Custa 120 dólares jamaicanos (cerca de 1,20 americanos).

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PS: no último post prometi mostrar um pouco das belezas naturais da Jamaica. Mas isso vai ficar para daqui a alguns dias. No próximo post mostrarei um restaurante que vale a pena ir.

Risoto de abóbora cheirosa e baby espinafre com bulgur

Já faz bastante tempo que não coloco nenhuma receita aqui. Há algum tempo atrás, a Valéria sugeriu que eu mostrasse mais receitas vegetarianas, e eu me empolguei um pouco mais em mostrar as minhas experiências na cozinha. Eu gosto muito de cozinhar – o que é assunto para um post futuro – e sou curiosíssima. Adoro criar minhas próprias receitas, assim como experimentar a dos outros. Decidi postar aqui, um pouco mais frequentemente, algumas das receitas vegetarianas que eu cozinho. É claro que vou levar em consideração a possibilidade de se poder encontrar os ingredientes no Brasil, já que a maioria das pessoas que lêem este blog são brasileiras. Sei que, na verdade, vou precisar sugerir bastantes adaptações, pois eu uso vários ingredientes fáceis de achar por aqui, mas não por aí.

Este é o caso desta receita criada por mim, um risoto de abóbora cheirosa com bulgur. Eu conheço a abóbora-cheirosa pelo seu nome em Inglês, butternut squash. É um tipo de abóbora do inverno:

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Se você não encontrar essa abóbora, use qualquer outra, ou até mesmo curgetes, um tipo delicioso de abóbrinha, padrão aqui na Suécia:

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O bulgur, ou triguilho, é um velho conhecido de muitos, apesar de vocês não saberem. É aquele trigo para tabule e quibe. É delicioso em qualquer prato, é uma das minhas descobertas fantásticas aqui na Suécia. Eu cozinho exatamente da mesma maneira que o arroz, não tem erro. Eu usei o semi-integral:

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Ingredientes (4 porções tamanho Camila, dá 6 para quem come pouco)

Bulgur (use a quantidade que você gostaria para 4, meça como o arroz)

1 abóbora-cheirosa de mais ou menos 1,5Kg

Azeite

Sal

Salsinha

Cebola

Alho

Parmesão ralado

Espinafre (baby)

Tomates secos

Azeitonas pretas (usei kalamata)

Sementes de girassol

Fica fácil de fazer uma versão vegana, é só não usar o parmesão.

Comece preparando a abóbora, que deve ser assada no forno. Essa parte da receita foi tirada daqui: garlicky baked butternut squash

Erik descasca e corta a abóbora:

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Pedaços já cortados e misturados com o azeite, sal, parmesão, salsinha e alho no forno. Eles devem ser assados por uns 50 minutos. É só seguir o passo-a-passo do link acima.

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Aqui eles já estão prontos e muito gostosos. Reserve.

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Enquanto isso, eu preparei o bulgur da mesma maneira que aprendi a fazer arroz. Uma cervejinha é sempre boa para acompanhar qualquer empreitada na cozinha.

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Dourando cebola para o bulgur:

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Quando o bulgur estiver pronto, transfira para uma panela bem grande e misture a abóbora assada, o espinafre lavado, as azeitonas e os tomates secos  cortados em pedaços e as sementes de girassol. Deixe o espinafre dar uma leve amolecida com o calor do bulgur e da abóbora. Regue com mais azeite.

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Panela gigante

Pronto. É fácil, nutritivo, delicioso e vegetariano. Nós adoramos e vamos fazer muito mais vezes.

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Se alguém tiver sugestões, é só deixar um comentário.

Despedida de Liverpool

Já estou na Suécia, mas queria contar um pouquinho do que fiz nos meus últimos dias em Liverpool. Além de passar horas no computador tentando postar sobre as recentes viagens e acabar minhas últimas atividades do curso de sueco, aproveitei para sair com os amigos que fiz lá. Os últimos dias foram meio iguais: computador, arrumar as malas, comer porcarias, bebida. Estou precisando desintoxicar agora que cheguei a Linköping. Tenho um livro sobre isso, vou dar uma lida e ver se faço algum programa de uma semana.

Umas semanas antes de eu ir embora, fui a um dos restaurantes mais finos de Liverpool, o The Restaurant Bar & Grill, que apesar do nome meio estúpido, serve uma comida refinada. Sabe quando você percebe que está comendo algo feito por um chef mesmo, bem leve, saboroso, com diferentes texturas…? Isso me fez pensar bastante nas pessoas que têm acesso a esse mundo em um outro nível como uma coisa normal, diária. Eu fui a esse restaurante porque houve uma competição de vendas no Viva Brazil. O prêmio foi um jantar para dois nesse restaurante. A Joana ganhou e me levou. A irmã dela, a Valeska, também foi. No jantar, estava incluso uma garrafa de vinho, entrada, prato principal e sobremesa.

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Eu, a portuguesa Joana e a baiana Valeska no The Restaurant Bar & Grill

Minhas escolhas:

  • Vinho: branco, Muscadet Sevre Et Maine Sur Lie Domaine De Grands Presbyteres 2010 £25.50 (o melhor vinho branco que já tomei)
  • Entrada: aspargos grelhados em azeite de trufas £7.50
  • Prato principal: torta de abóbora-cheirosa grelhada e espinafre com cebolas caramelizadas e queijo devonshire £12.95
  • Salada: salada de tomate e cebola roxa £3.95

Tudo estava uma delícia! A Joana, vencedora da competição, escolheu lagosta.

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De sobremesa, nós três escolhemos o Knickerbockerglory, sorvete de creme, chocolate e framboesa com calda de framboesa e wafers. Uma delícia também, taça bem servida.

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Enfim, os últimos dias foram tranquilos, preguiçosos, mas ainda assim corridos. Não tivemos problemas algum com o peso das malas, acho que eu já estou bem treinada na arte da otimização máxima de espaço em malas. A parte da limpeza no apartamento foi fácil, nossos flatmates Rob e Jamie já haviam limpado o geral, então eu e Erik apenas limpamos nosso quarto. Vamos sentir saudades deles! Nós quatro fomos a um restaurante tailandês super bom e chique, o Chaophraya, para ter um último jantar de confraternização.

Depois de uma comida ótima, fui encontrar com as amigas do Viva Brazil, Gisela, Joana, Patricia e Gemma no bar McGuffie’s, bastante frequentado pelo povo do restaurante.

Da esquerda para a direita: Gisela, Joana, eu e Gemma
Da esquerda para a direita: Gisela, Joana, eu e Gemma

Depois desse bar, fomos a mais uns três, quatro lugares. Aí a coisa já ficou mais descontrolada. Rob, Jamie e Erik ainda estavam conosco no começo, mas depois foram embora.

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Da esquerda para a direita, fileira de trás: eu, Gisela e Rob
Da esquerda para a direita, fileira da frente: Patricia, Gemma, Jamie, o braço do Erik e Joana (de regata)

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Essa noite foi memorável, muito divertida. Vou sentir falta de todos.

Diversões em Liverpool

Antes de começar a mostrar a Califórnia, vou contar um pouquinho do que ando fazendo por aqui.

Ontem foi o meu último dia de trabalho. Como vamos voltar para a Suécia agora em dezembro, decidi terminar um pouco antes para dar tempo de aproveitar um pouco. Hoje é o meu primeiro dia de “férias” depois do Viva Brazil. Relaxei e não fiz quase nada. Estava muito cansada, o fim-de-semana foi pesado de tanto trabalho. Vou sentir falta de algumas pessoas bem legais que conheci no restaurante.

Enfim, fora trabalhar muito, eu também saio aqui, pelo menos uma vez por semana. Foi para aproveitar a vida cultural / noturna que escolhemos esta cidade. Como em Linköping não há muitas possibilidades legais, sempre tento fazer algo aqui.

Há algumas semanas fomos em uma atração especial que fica no Albert Docks: a roda gigante! Eu devo estar ficando boba com a idade, pois fiquei com medo dentro da cabine super protegida. A roda era muuuuuuuito grande. Eu e Erik tivemos a sorte de ter uma cabine somente para nós dois. Não é caro, há desconto para estudantes. Fomos depois de visitar o museu de arte moderna (Tate).

Roda Gigante de Liverpool

Na foto abaixo, dá para se ter uma ideia do tamanho. A construção do fundo é um estádio.

Roda gigante no Albert Docks.

Eu adoro essas fotos de brinquedos e parques de diversões. A Louise colocou umas muito boas no blog dela.

É tão bonito, tão surreal.

Outra atividade aqui em Liverpool é ir a restaurantes uma vez por semana pelo menos. Estou aproveitando, pois a comida é boa no geral. Muito melhor do que as opções de Linköping, sem contar a quantidade de opções.

No penúltimo final de semana, depois do trabalho, eu e Erik fomos ao Mello Mello. É um café  meio hippie, onde se juntam muitos barbudos e o povo indie. O menu é todo vegetariano, há apresentações musicais, aulas de yoga e capoeira, boas cervejas, enfim, é um lugar muito legal. O preço das refeições é barato. Já fui duas vezes, na primeira comi a sopa de batata e alho poró com um sanduíche de legumes ao estilo mediterrâneo e pesto. Na última vez, comi um hamburguer vegan, muito bom. O hamburguer em si era feito de cogumelos portobello. Tomamos boas cervejas e assitimos a duas apresentações musicais, além de leitura de poesias.

Mello Mello
Mello Mello Cafe
Erik experimenta o sponge cake.

Na foto acima, duas peças de lugares diferentes: a camisa xadrez presente dos meus pais em Portugal, e o shorts de cintura alta azul marinho que comprei aqui. Já escrevi sobre peças e memórias aqui.

Na terça-feira última, passei o dia inteiro com uma amiga do Viva Brazil, a Gisela, portuguesa do Algarve.

Começamos com um almoço no Moose Coffee, junto com a brasileira Juliana, head waitress do Viva Brazil.

Moose Coffee

Comi o Tula, sanduíche vegetariano de queijo halloumi, tapenade de azeitonas pretas e tomates secos. Uma delícia, vem com batatinhas frescas e salada ao molho de mostarda e mel. Vale a pena. E olha que eu nem sou fã de halloumi.

Gisela
Juliana

A Juliana foi trabalhar e eu e Gisela seguimos para o Las Iguanas, um restaurante latino com um bar de caipirinhas. Eles tinham uma promoção 2 por 1. Tomamos sete cada uma.

Las Iguanas

Depois fomos, eu e Gisela, jantar no italiano The Olive Press, onde eu arranjei um bico como hostess, mas acabei não começando. As pizzas lá são gostosas, tem azeite de verdade nas mesas.

Depois, fomos ao Viva Brazil, já em fim de noite, para uma taça de vinho. Encontramos com o namorado dela, o Saci, e aí liguei para o Erik para nos encontrar també. Fomos até o Cavern, não o pub de mesmo nome, mas a um outro nessa área.

Saci e Gisela

Esse dia foi bem longo, cheio de cachaça e muito divertido.

Vinte e oito

Pois é, há umas duas, três semanas, fiquei mais velha de novo. Ou melhor, ficamos mais velhos todos os dias, né. Parece que foi hoje que fiz 27. Agora já são 28, mais uma vez longe da família, amigos, puculinhos… Mas o Erik novamente preparou muitas surpresas e o dia foi excelente, muito especial. Amei!

O dia começou com um café-da-manhã surpresa, preparado pelo Erik, com um menú delicioso:

Sanduíches de queijo derretido (mussarela de búfala e cheddar) com cogumelos frescos (portobello), azeitonas, tomatinhos e baby rúcula:

Um dia eu tinha comentado que adorava aqueles óculos do Chaves, que na verdade eram canudinhos (a Carol também amava, né?). Aí o Erik me apareceu com esse copo fofo:

E danoninho:

Aproveito também para colocar umas fotos lindas do pitutinho. Saudades daqui da Noruega.

No resto do dia teve champanhe, morangos, presentinhos, restaurante e drink no centro de Linköping.

Ps: estou trabalhando como uma louca aqui em Ålesund, não tenho energia para nada, não sei nem como consegui fazer esses posts. Mas tentarei mostrar um pouco desta cidade linda e da minha vida por aqui a partir de amanhã.