Quatro de Julho em Nova York

Sei que estamos em Setembro, mas não queria deixar de compartilhar algumas fotos que tirei com minha nova câmera em um Quatro de Julho em Nova York. Ganhei essa chance de passar o feriado lá por conta, como já disse, de uma escala de 10 horas a caminho do Brasil. Como o aeroporto de Newark não fica longe, e o transporte fica fácil por conta de uma linha de trem, passei o dia todo em uma cidade super ensolarada e bem quente. Ainda era verão, e como fica quente nessa cidade!

Nova York estava lotada de gente. A linha de trem do aeroporto leva justamente a uma parte bem turística da cidade, onde já estive da última vez. Assim, estava lotado de turistas, principalmente os cheios de sacolas de compras – muitos, brasileiros. Encontrei vários pelo distrito de compras e no restaurante onde almocei. Brasileiros são fáceis de reconhecer por vários motivos, sendo um deles a quantidade de sacolas.

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Ao andar muitas quadras, chego a Times Square.

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Sem querer, cheguei ao Empire State Building também.

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Foi muito bom ganhar esse brinde maravilhoso na ida ao Brasil, ainda mais por ser Quatro de Julho. Infelizmente, não vi nenhum desfile, mas muitas pessoas tinham roupas e adereços com a bandeira americana, principalmente muitas meninas com trajes bem mínimos, bem à vontade, bem americanas. Adorei.

Pôquer em Las Vegas

No último post, mostrei o que eu, Erik e Seth mais fizemos em Las Vegas, jogar. Aqui, porém, eu mostro a parte do jogo a sério mesmo: pôquer.

Antes de conhecer o Erik, eu não sabia nada sobre pôquer. Só que o Erik é jogador e já há três anos que ele vem me explicando táticas, jogadas, estratégias, erros e tudo o mais. Ele basicamente tenta desabafar comigo quando as coisas não vão bem no pôquer, mas como eu não sou assim uma expert, ele geralmente conversa e arma estratagemas com o Seth via Skype. É muito legal ouvi-los falar sobre pôquer. Eles ficam super indignados com coisas que eu estou longe de entender.

De um tempo para cá, o Seth vinha insistindo para o Erik me ensinar a jogar. Foi nesta viagem que isso aconteceu. O Erik já tinha me explicado bastante, mas foi com o “treinamento militar” do Seth ainda em Los Angeles e com um “curso rápido” no avião a caminho de Las Vegas que eu aprendi alguma coisa. Não sou gênio, mas eles me ensinaram técnicas muito boas que levam um principiante longe. Com isso e mais uma boa dose de coragem e álcool, joguei três torneios de pôquer em Las Vegas!

Eu não ganhei nenhum, mas fui longe em todos. Fiquei muito contente e prometi a mim mesma que iria começar a jogar bastante. Os torneios não são baratos, mas valeu muito a pena. Erik e Seth jogaram muito mais do que eu. Passaram um dia inteiro jogando torneios caros.

Abaixo, um dos torneios no qual joguei. As fotos estão ruins, mas dá para me ver em ação:

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Erik em ação, já no outro torneio mais caro que joguei:

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Um torneio é sempre longo, envolve várias mesas. Há sempre pausas:

Pausa: hora de estrategizar
Pausa: hora de estrategizar

Quando eu fui eliminada, fiquei assistindo o Erik e o Seth jogarem. Mais uma pessoa estava lá comigo, a fofa Regina, amiga e ex-namorada do Seth. Na verdade, nós a encontramos em Los Angeles e Nova York também. Demos muitas risadas enquanto assistíamos os dois.

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Aqui, o Erik já tinha sido eliminado, a única esperança era o Seth, já que tínhamos um trato de divisão de lucros nos torneios de Las Vegas.

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E o Seth ganhou!

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O time ideal:

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Acaba aqui o relato da viagem aos Estados Unidos. Nós nos divertimos muitíssimo. Esta viagem está já muito marcada em mim, espero poder voltar logo. Eu e Erik só temos a agradecer ao Seth e à Regina pelo carinho e hospitalidade.

Próxima parada: Portugal.

Como ganhar dinheiro em Las Vegas (e uns drinks também)

No post anterior as luzes dos cassinos e hotéis da Strip brilharam. Agora é o momento de mostrar o que eu, Erik e Seth fizemos nesses lugares, o que é muito simples: jogar!

O que eu achei mais divertido em Las Vegas, além do jogar e apostar e desperdiçar dinheiro, foi o fato de se poder caminhar de cassino para cassino com o seu drink em mãos. Explico. Os cassinos, como já citado, ficam em hotéis luxuosos. A entrada é gratuita, assim como o álcool. Que combinação. Basta jogar algo, seja apostar na roleta ou nas máquinas caça-níquel, que algum bartender já te pergunta o que você quer beber. Conquanto que as apostas continuem, você pode pedir um drink atrás do outro. Dica para quem quiser tirar o maior custo-benefício possível: jogue nas máquinas de pôquer (um pôquer bem simples, apenas formar a melhor combinação de 5 cartas) que ficam nos balcões dos bares. Coloque uma nota de dez dólares, faça apostas baixas, tipo 20, 50 centavos e peça um drink. Quando você tiver perdido um ou dois dólares, é só ir embora. Ou seja, diversão e um martini com gin Hendrix por um dólar. Quer algo mais barato do que isso? Mostrarei a técnica em uma foto adiante.

Nós três usamos esse artifício, mas também apostamos muito dinheiro de verdade em outros jogos. Mais legal ainda do que “comprar” um drink por um dólar é sair do cassino com o drink em mãos. Isso é permitido em Las Vegas, não há problema em sair com o copo de vidro pela rua e nem em entrar em um outro cassino já com um drink. Não posso expressar o quanto eu gostei disso. Ainda mais em noites quentes no deserto de Nevada. para vocês conseguirem entender, é só me imaginar caminhando pelas ruas, pelas luzes, sacudindo o copo ao meu ouvido para ouvir o tilintar do gelo.

Na primeira noite em Las Vegas, nos arrumamos e saímos para jogar de cassino em cassino.

Caesars Palace

É aquele bem famoso e chique, perto do Bellagio. Veja aqui.

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Caesars Palace

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O salão abaixo é só para apostas esportivas:

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Aqui estou eu em ação, fazendo o que expliquei no começo. Reparem que o monitor do jogo está mesmo no próprio balcão do bar. Reparem na minha cuba libre.

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Eu não sei bem como explicar, muitos diriam que é sorte de principiante, mas algo incrível aconteceu em Las Vegas. Eu ganhei dinheiro em todas as máquinas, incluindo roleta e roda da fortuna, em que joguei – e foram muitas. Erik e Seth estavam impressionados. Eu também não entendi o que aconteceu, e o mesmo se repetiu na segunda noite.

Dicas:

  • Não aposte muito pouco. Tem que ser pelo menos uns dois dólares nas máquinas caça-níquel, ao menos cinco na roda da fortuna e dez na roleta. Não pode ter medo, tem que fazer valer a pena.
  • Ao jogar, aposte sempre o máximo. Nada de colocar cinco dólares na caça-níquel e fazer apostazinhas de 10 centavos só para o jogo durar. Isso tem muito menos probabilidade de dar dinheiro.
  • Jogue nas máquinas que de alguma maneira “te chamaram”, não em qualquer uma. Foi assim da primeiro vez que ganhei dinheiro lá, logo na primeira máquina em que  joguei. Quando bati o olho, entre as várias do enorme salão, esta me chamou:

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E ganhei!DSC09639

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Abaixo, a roda da fortuna. Foi o mesmo caso, quando a vi, fiquei maravilhada com o tamanho e as cores, o brilho. A máquina me chamou. Apostei cinco, junto com os meninos, e ganhei 65.

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Roda da fortuna no Casino Royale

Muitas apostas e drinks dá fome. Comemos pizza no Venetian. Mais um detalhe: é permitido fumar dentro dos cassinos, irrestritamente. Deve ser o último lugar do mundo. Tive que fumar um pouquinho, pela diversão.

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Dieta saudável no Venetian

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No dia seguinte, antes de irmos para um campeonato de pôquer (próximo post), esquentamos no nosso próprio hotel, o Cosmopolitan. Vejam a mesma técnica de jogar nas máquinas de pôquer do bar:

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A blusa verde é mais uma da coleção memórias. Comprei em Los Angeles:

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Vida boa

No próximo post, apostas sérias: campeonatos de pôquer.

Este post foi uma maneira que encontrei de contar a sorte que tive por lá, mas é importante deixar claro que foi pura sorte mesmo. Não adianta ter esperanças de virar um milionário. É melhor ter um budget do quanto gastar nessas diversões e vê-las como isso mesmo, diversões. O mesmo que pagar a entrada de uma discoteca.

The Strip: Las Vegas Boulevard

Sabe aquelas imagens que qualquer programa de TV mostra ao apresentar Las Vegas? As luzes, os cassinos, os hotéis e todo o suposto requinte? Essa Las Vegas é a Las Vegas Boulevard, ou The Strip, a mais famosa avenida onde se concentram todas as perdições. É muito legal caminhar pela Strip à noite, é tão surreal quanto uma visita ao parque de diversões. São muitas luzes, propagandas; é mesmo um parque temático para adultos. Ao passear pela Strip à noite – durante o dia é o inferno na Terra de tão quente – eu me senti em um outro mundo, muito mais divertido do que o de agora.

As ruas estão sempre lotadas e ainda faz calor à noite, mas nada que incomode muito, ainda mais com seu martini em mãos. Há elevadores e escadas rolantes no meio da rua. É difícil atravessar a avenida, então as escadas rolantes levam as pessoas às pontes para pedestres. É assim que se atravessa a rua na maior parte das vezes.

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Seth e Erik na Strip

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É no lago abaixo que estão Fountains of Bellagio (Fontes do Bellagio), um show de águas dançantes do hotel de mesmo nome, muito famoso e popular entre os turistas. Nós não queríamos esperar para ver um dos shows, que acontecem em certos horários do dia, mas demos sorte de estar passando em frente ao lago bem na hora que a atração ia começar. É muito bonito!

O Cosmopolitan, meu hotel luxo, fica ao lado esquerdo do Bellagio para quem olha a foto abaixo:

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Fountains of Bellagio (desligadas)

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No próximo post, mostrarei o que fizemos nesses cassinos.

Mais luxo: The Chandelier

No maravilhoso Cosmopolitan fica um bar mais maravilhoso ainda: The Chandelier, ou seja, “o candelabro”. É um bar super luxuoso que fica no próprio hotel. Como o nome sugere, é um imenso lustre de cristais suspensos que atravessa os vários andares do hotel. Dentro do imenso candelabro fica um bar fino de coquetéis. Antes de prová-los, Seth, Erik e eu almoçamos no restaurante que diz ser o melhor lugar para se comer hambúrgueres em Las Vegas: Holsteins, parte de uma série de restaurantes gourmet também dentro do Cosmopolitan.

Eu provei o hambúrguer vegano deles, o Urth Burger. O “filé vegano” do hambúrguer é feito no próprio restaurante e o sanduíche vem com alface, tomate, pepino, brotos de feijão e abacate, acompanhado de batatas fritas bem finas, uma tendência nessa área agora (shoestring fries). Custa 13 dólares. Uma delícia.

O Urth Burger com shoestring fries
O Urth Burger com shoestring fries
The Chandelier

Para fazer a comida descer, fomos ao Chandelier para um drink. Os cristais se penduram pelos andares:

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Bar do Chandelier

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Eu não tomei coquetel, já fui logo em uma opção “chique” para a ocasião, champanhe! Quem não gosta?

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Um luxo de surpresa: The Cosmopolitan, Las Vegas

Em meio à estadia em Los Angeles, Seth, Erik e eu pegamos um avião para uma das cidades mais divertidas onde já estive: Las Vegas.

Lá eu tive uma surpresa maravilhosa. O Erik já tinha me dito que estava preparando alguma coisa, uma pequena surpresa. Ao chegar, eu descubro que a “pequena surpresa” é simplesmente uma suíte divina no hotel mais novo e luxuoso da cidade, The Cosmopolitan. Erik e Seth conseguiram reservar online uma suíte com um preço excelente. Nós três dividimos o mesmo quarto, bem grande, com duas camas king size.

The Cosmopolitan fica na Las Vegas Strip, a avenida principal da área dos cassinos. O hotel é na verdade um resort e um cassino. Todos os hotéis dessa área são também cassinos, estes sempre localizados na piso térreo. The Cosmopolitan abriu no final de 2010, custou 3.9 bilhões de dólares, tem 2995 quartos e um cassino de 7 mil metros quadrados. É um novo conceito em termos estéticos, pois os outros cassinos têm uma aparência brega/cool/kitsch – que eu adoro – mas The Cosmopolitan uniu design e gosto. É muito bonito.

The Cosmopolitan of Las Vegas. Fonte: wikipedia
The Cosmopolitan of Las Vegas. Fonte: wikipedia

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No saguão há umas pilastras com telas que mudam os motivos frequentemente:

Saguão
Saguão

Mais uma pilastra, com telas mostrando livros:

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Bar no saguão
Bar no saguão
Cassino do hotel
Cassino do hotel

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Elevador coberto de telas
Elevador coberto de telas com imagens fluídas

A suíte era divina.

Suíte
Seth na suíte

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Havia todos esses “pequenos” luxos e mimos, como roupão, pantufas, cremes hidratantes, sabonetes e tudo o mais.

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Podíamos pedir serviço de quarto pela TV. É tudo integrado em um sistema.

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Vista da janela

Ficamos em Las Vegas por duas noites. eu aproveitei a piscina todos os dias, pelo menos um pouco. O verão em Las Vegas é insuportável, chega a 50 graus. Deve ser a cidade mais insustentável do mundo, pois todo esse luxo fica no meio do deserto. Não dá para andar pelas ruas à tarde, é sempre bom se esconder nos cassinos ou restaurantes com ar-c0ndicionado.

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Tinha sistema de som no quarto e tocamos bastante música. Acabou tocando uma que eu já não ouvia há tempos, mas que amo. É “All my little words”, do Magnetic Fields. Olha aí, Valéria, indicação! 🙂

Agora sempre que a escuto, me lembro dessas aventuras.

FYF Fest: festival de bandas em LA, segundo dia

No dia seguinte, domingo 02 de setembro, em mais um ensolarado dia em Los Angeles, estávamos de volta para o segundo dia de FYF Fest. Veja o primeiro aqui.

O segundo dia foi bem mais legal que o primeiro, pois vi bandas das quais gostei muito.

Ainda na casa do Seth:

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Segundo dia de FYF Fest
Segundo dia de FYF Fest

No segundo dia, vimos: White Fence (legalzinho), Givers (a menina é muito boa), Father John Misty (comentários abaixo), Beirut (adoro) e provavelmente outras de que já me esqueci.

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White Fence

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Givers

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A minha mais nova banda preferida é Father John Misty. Não é exatamente banda preferida, mas tenho ouvido muito o disco deles, Fear Fun, e a música que está no repeat e escuto um milhão de vezes bem alto todos os dias é deles: Hollywood Forever Cemetery Sings é fantástica! O show não foi tão bom assim, mas o vocalista tinha uma presença de palco bem como o Scott Weiland, ex-Stone Temple Pilots e ex-Velvet Revolver. Lembra-se dele, Carol, quando vimos o show dessa última banda?

Achei o clipe meio ruim, mas a qualidade do som está ótima:

Father John Misty
Father John Misty

Hollywood Forever Cemetery Sings tinha acabado de tocar, foi a última:

Dançando ao sol no show de Father John Misty
Dançando ao sol no show de Father John Misty

O show do Beirut, à noite, foi bom também. Ele tocou a minha música favorita, A Sunday Smile:

Looks

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Looks na tenda VIP

Seth, Erik e eu tínhamos acesso também ao trailer do marca de rum Sailor Jerry, já que foi um amigo do Seth que trabalha nessa empresa é quarranjou os convites. Tomamos uns drinks de graça.

Tenda VIP
Tenda VIP

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Encontrei com o ator David Cross, que interpreta um dos melhores personagens do seriado de TV Arrested Development, o Tobias Fünke.

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David Cross
Tobias Fünke azul
Tobias Fünke azul

E assim terminam os posts sobre as duas semanas que passei em Los Angeles. Próxima parada: Las Vegas.