Banksy

Eu nunca re-bloguei nenhum post, mas este merece. É sobre o Banksy em Nova York, e o caminhão cheio de animais fofinhos de pelúcia supostamente a caminho do matadouro.
A fonte é um outro artista que sigo já há algum tempo, o qual faz uns desenhos e pinturas maravilhosos.

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Banksy, the elusive British street artist is in New York this week, where amongst other things he hired a street vendor and set up a stall in Central Park selling his original artworks for only $60’00 each. Apparently only a few people bought the works thinking it to be a hoax. What I loved even more was the slaughterhouse delivery truck traveling the Meatpacking district, full of cute, stuffed, squeaking animals. Have a look at the video here. I love Banksy’s work which compels us to confront the hypocrisies and cruelties of modern society, while at the same time making us smile. It is all credit to him, that in our celebrity obsessed culture he still chooses to remain anonymous. He must be the most famous unknown person. Meat_Truck.04plusheats-01Banksy

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Quatro de Julho em Nova York

Sei que estamos em Setembro, mas não queria deixar de compartilhar algumas fotos que tirei com minha nova câmera em um Quatro de Julho em Nova York. Ganhei essa chance de passar o feriado lá por conta, como já disse, de uma escala de 10 horas a caminho do Brasil. Como o aeroporto de Newark não fica longe, e o transporte fica fácil por conta de uma linha de trem, passei o dia todo em uma cidade super ensolarada e bem quente. Ainda era verão, e como fica quente nessa cidade!

Nova York estava lotada de gente. A linha de trem do aeroporto leva justamente a uma parte bem turística da cidade, onde já estive da última vez. Assim, estava lotado de turistas, principalmente os cheios de sacolas de compras – muitos, brasileiros. Encontrei vários pelo distrito de compras e no restaurante onde almocei. Brasileiros são fáceis de reconhecer por vários motivos, sendo um deles a quantidade de sacolas.

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Ao andar muitas quadras, chego a Times Square.

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Sem querer, cheguei ao Empire State Building também.

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Foi muito bom ganhar esse brinde maravilhoso na ida ao Brasil, ainda mais por ser Quatro de Julho. Infelizmente, não vi nenhum desfile, mas muitas pessoas tinham roupas e adereços com a bandeira americana, principalmente muitas meninas com trajes bem mínimos, bem à vontade, bem americanas. Adorei.

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Ícones de Nova York: Times Square e Central Park

Antes de começar a mostrar estes dois lugares icônicos, vale apresentar o mapa dos Estados Unidos e onde Nova York se localiza. Sempre trago aqui um Google Maps para cada cidade visitada, mas desta vez esqueci. Assim, Nova York fica aqui:

Times Square é um lugar que todo turista visita em Nova York. Não é uma praça, é uma intersecção comercial na junção da Broadway e da 7ª Avenida e parte dos teatros da Broadway fica lá. Os prédios são obrigados a terem letreiros de publicidade e são justamente estes que fazem com que Times Square seja tão icônica. É uma poluição visual que, combinada com os diferentes estilos dos prédios, produz um visual único, muito legal de se ver. A luz em Times Square é diferente, meio azulada, pois são tantos e tantos letreiros… Tudo é muito grande, espetacular, magnífico. Vale a pena se meter no meio da multidão.

Times Square

Polícia montada

Prédio da Paramount

Abaixo, parte da Times Square sem tráfego:

Ao passar a Times Square, você chega a outro lugar bem tradicional, onde todos os turistas vão também: o Central Park, um dos maiores parques urbanos do mundo, bem no meio de Manhattan. Os prédios abaixo ficam mais ou menos em frente de uma das entradas do parque, para quem vem de Times Square:

Central Park
Central Park

Nova-iorquinos se exercitam no parque.

Não deu para ficar no Central Park por muito tempo, pois estava escurecendo e os mosquitos estavam atacando. Na noite do mesmo dia, fomos jantar em uma pizzaria famosa da cidade, a Lombardi’s. As pizzas são grandes, mas finas. São gostosas, mas a aparência ainda é melhor do que o sabor. A sangría é terrível, parecia industrializada.

Comemos tudo.

O problema foi um ataque de tendinite que começou enquanto eu estava no restaurante. Desde que saí de Linköping que sinto dores no pulso direito, devido a muitas  horas no computador, acho, mas nessa noite foi insurpotável. A dor começou no pulso, mas foi irradiando para o resto do braço e para os dedos. Eu entrei em desespero, pois a dor era tão forte que eu não conseguia mais mover o braço, parecia que estava virando pedra. O Erik saiu correndo para comprar anti-inflamatórios e a noite terminou no quarto do hotel em Chinatown. O Erik teve que fazer tudo por mim, pois eu não conseguia nem prender o cabelo. Um horror. Eu ainda não estou totalmente melhor e acho que vou ao médico quando voltar à Suécia.

A visita à Nova York termina aqui. Foram vários posts, mas apenas três dias nessa cidade fantástica. Então o que fiz foi mesmo conhecer esses lugares e andar, andar, andar… Quero voltar a Nova York para passar mais tempo e aproveitar a cidade com mais calma, conhecer outros bairros como Brooklyn e Queens. O próximo destino: Los Angeles, Califórnia.

Greenwich Village

Onde eu gostaria de morar: Greenwich Village

Ok, o bairro já sofreu uma tremenda gentrificação e hoje abriga a classe média-alta de Nova York, mas ainda assim, é um bairro delicioso, arborizado, com lojinhas muito legais e acima de tudo, uma história cultural fantástica. O Greenwich Village fica ao norte do SoHo.

Por que eu gostaria de morar lá?

Greenwich Village é conhecida por ser um paraíso para artistas desde o final do século 19. Da Wikipedia (com meus negritos):

“The Village hosted the first racially integrated night club in the United States,[21] when the nightclub Café Society was opened in 1938 at 1 Sheridan Square[22] by Barney Josephson. Café Society showcased African American talent and was intended to be an American version of the political cabarets Josephson had seen in Europe before World War II. Notable performers there included among others: Pearl Bailey, Count Basie, Nat King Cole, John Coltrane, Miles Davis, Ella Fitzgerald, Coleman Hawkins, Billie Holiday, Lena Horne, Burl Ives, Leadbelly, Anita O’Day, Charlie Parker, Les Paul and Mary Ford, Paul Robeson, Kay Starr, Art Tatum, Sarah Vaughan, Dinah Washington, Josh White, Teddy Wilson, Lester Young, and The Weavers, who also in Christmas 1949, played at the Village Vanguard.

The Village again became important to the bohemian scene during the 1950s, when the Beat Generation focused their energies there. Fleeing from what they saw as oppressive social conformity, a loose collection of writers, poets, artists, and students (later known as the Beats) and the Beatniks, moved to Greenwich Village, and to North Beach in San Francisco, in many ways creating the east coast-west coast predecessor to the Haight-AshburyEast Village hippie scene of the next decade. The Village (and surrounding New York City) would later play central roles in the writings of, among others, Jack Kerouac, Allen Ginsberg, William S. Burroughs, James Baldwin, Truman Capote, Marianne Moore, Maya Angelou, Rod McKuen, and Dylan Thomas, who collapsed at the Chelsea Hotel and died at St. Vincents Hospital at 170 West 12th Street, in the Village after drinking at the White Horse Tavern on November 5, 1953.

[…]

The Village had a cutting-edge cabaret and music scene. The Village Gate, the Village Vanguard and The Blue Note (since 1981), hosted some of the biggest names in jazz on a regular basis. Greenwich Village also played a major role in the development of the folk music scene of the 1960s. Music clubs included Gerde’s Folk City, The Bitter End, Cafe Au Go Go, Cafe Wha?, The Gaslight Cafe and the Bottom Line. Three of the four members of The Mamas & the Papas met there. Guitarist and folk singer Dave Van Ronk lived there for many years. Village resident and cultural icon Bob Dylan by the mid-60s became one of the foremost popular songwriters in the world, and often developments in Greenwich Village would influence the simultaneously occurring folk rock movement in San Francisco and elsewhere, and vice versa. Dozens of other cultural and popular icons got their start in the Village’s nightclub, theater, and coffeehouse scene during the 1950s, 1960s, and early 1970s, notably besides Bob Dylan, there were Jimi Hendrix, Barbra Streisand, Peter, Paul, and Mary, Bette Midler, The Lovin’ Spoonful, Simon & Garfunkel, Liza Minnelli, Jackson Browne, James Taylor, Eric Andersen, Joan Baez, The Velvet Underground, The Kingston Trio, Carly Simon, Richie Havens, Maria Muldaur, Tom Paxton, Janis Ian, Phil Ochs, Joni Mitchell, Laura Nyro, and Nina Simone among others. The Greenwich Village of the 1950s and 1960s was at the center of Jane Jacobs‘s book The Death and Life of Great American Cities, which defended it and similar communities, while critiquing common urban renewal policies of the time.”

Fonte: Robert Otter
Capa do segundo disco de Bob Dylan tem Greenwich Village como cenário.

Esse disco é muito bom. Aqui vão duas indicações de faixas, sem considerar as conhecidíssimas “Blowing in the Wind” e “A Hard Rain’s A-Gonna Fall”:

Girl from the North Country

Tem também “Don’t Think Twice It’s Alright” e “I Shall Be Free”, mas o site SoundCloud não me deixa mais fazer uploads para colocá-las aqui. Eu também não achei as versões originais no You Tube. Quem quiser, é só me pedir e eu envio até o disco todo em mp3.

Até Raulzito morou lá em seu exílio. Imaginem se eu não gostaria de viver lá também, mesmo que esses tempos já tenham ido embora…

Raul Seixas

Medo da Chuva, do álbum Gita, dos tempos da foto acima:

Greenwich Village hoje
Greenwich Village

Avenida adjacente ao bairro

O novo World Trade Center

Na área de Wall Street fica também o World Trade Center, destruído após os ataques terroristas de 11 de setembro. Os americanos não perderam tempo começaram a construir um novo, ainda não terminado. O local ficou conhecido como Ground Zero (Marco Zero) depois do atentado. Não dá mesmo para acreditar que algo dessa magnitude tenha acontecido em uma área tão movimentada e caótica. Estar lá me fez imaginar esse dia, há 11 anos atrás, e pensar na engenhosidade e coragem de quem planejou e conduziu tudo isso.

Ground zero

O novo World Trade Center:

Novo World Trade Center

 

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Wall Street e os arranha-céus de Nova York

Mais uma parada em um canto muito conhecido: Wall Street, o distrito financeiro de Nova York e do mundo. Os principais culpados pela último estouro da crise capitalista contínua em que vivemos.

Gostei muito de ver esta parte da cidade, que é muito bonita. Os prédios de Manhattan são realmente lindos.

Wall Street
American Stock Exchange

New York Stock Exchange

É o prédio ao fundo, com a bandeira americana.

Coração de Wall Street
Federal Hall National Memorial

De acordo com a Wikipedia:

O Federal Hall, foi construído em 1700 como sede do governo da cidade de Nova Iorque, e mais tarde serviu como primeiro edifício capitólio dos Estados Unidos sob a constituição, sendo o local onde George Washington tomou posse como primeiro presidente dos Estados Unidos. Seria demolido em 1812.

O Federal Hall National Memorial em Wall Street foi construído em 1842, como Casa da Alfândega de Nova Iorque, no local do antigo Ferderal Hall. Atualmente é administrado pelo National Park Service como museu comemorativo dos eventos históricos que ali tiveram lugar.

George Washington no Federal Hall
Washington swears the oath.

Ao seguir por Wall Street, encontram-se outros prédios importantes, como o 40 Wall Street (The Trump Building) e o Deutsche Bank, antigo JP Morgan.

Nessa área de Wall Street também ficava o World Trade Center destruído pelos ataques de 11 de setembro de 2001. Este é o assunto do próximo post.

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A Estátua da Liberdade e os esquilos de Battery Park

É claro que, em uma primeira viagem aos Estados Unidos, fui ver a Estátua da Liberdade – mas de longe. Não fiz a travessia até a Liberty Island, onde fica o monumento. Do Battery Park se faz a travessia para a Liberty Island e para a Ellis Island.

Battery Park
Estátua da Liberdade
Mais perto

O mais legal mesmo foi ter encontrado os esquilos de Battery Park. Há muitos e muitos vivendo nesse parque e eles não muito têm medo dos visitantes. Eles aceitam as nozes oferecidas com a maior diligência. Quase brigam com as pombas para comerem tudo sozinhos. Eles eram tão fofos que eu não resisti em mostrar muitas fotos aqui. Travessos, pegavam os pedaços de nozes e saíam correndo para comer em paz.

Descendo da árvore

Pomba na espreita. Ganharam nozes também.