O forte Kumbhalgarh

Quando estávamos em Udaipur, Erik e eu decidimos fazer uma pequena viagem de um dia, uma visita a um forte magnífico: o forte Kumbhalgarh. É o segundo forte mais importante de Mewar, região centro-sul do Rajastão. A pequena viagem vale muito à pena, pois a construção é linda e o caminho, mais ainda. Mais um pouco de info sobre o forte, diretamente da Wikipedia, em Inglês (não há uma página em Português):

Kumbhalgarh is a Mewar fortress in the Rajsamand District of Rajasthan state in western India. Built during the course of the 15th century by Rana Kumbha, and enlarged through the 19th century, Kumbhalgarh is also a birthplace of Maharana Pratap, the great king and warrior of Mewar. Occupied until the late 19th century, the fort is now open to the general public as a museum and is spectacularly lit for a few minutes each evening. Kumbalgarh is situated 82 km from Udaipur towards its northwest and is easily accessible by road. It is the most important fort in Mewar after Chittaurgarh.

Built on a hilltop 1100 metres above sea level, the fort of Kumbhalgarh has perimeter walls that extend 36 kilometres.[1] The frontal walls are fifteen feet thick. Kumbhalgarh has seven fortified gateways. There are over 360 temples within the fort, 300 ancient Jain and the rest Hindu. From the palace top, it is possible to look tens of kilometers into the Aravalli Range. The sand dunes of the Thar desert can be seen from the fort walls.

A vista é formidável, se alonga até onde os olhos não podem ver.

Forte Kumbhalgarh
Dentro do forte

Ponto mais alto do forte

Cenas do caminho de volta a Udaipur

Vilas esquecidas

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Cenas de Udaipur III: o templo Jagdish e a religiosidade indiana

Uma outra atração famosa, a poucos metros do Palácio da Cidade, é o templo hindu Jagdish. Atrás do templo, há distribuição de comida para a população de rua e homens santos.

Atrás do templo

Sobra um pouco para outros também:

O templo Jagdish

Mulheres de uma tribo do Rajastão
Casal

Nas escadarias do templo

Há sempre pequenos altares pelas ruas e a religiosidade está em todo lugar na Índia.

Devotos de Sai Baba (o original)

Comemoração na rua

Espectadora

Criança trabalha na rua.

 

Cenas de Udaipur II: o Palácio da Cidade

Às margens do Lago Pichola, fica o Palácio da Cidade, considerado o maior do Rajastão em seu estilo. Por preguiça de resumir/traduzir, aí vai um pouco de informação diretamente da Wikipedia:

City Palace, Udaipur, is a palace complex in Udaipur, in the Indian state Rajasthan. It was built by the Maharana Udai Singh as the capital of the Sisodia Rajput clan in 1559, after he moved from Chittor. It is located on the east bank of the Lake Pichola and has several palaces built within its complex. Udaipur was the historic capital of the former kingdom of Mewar in the Rajputana Agency and its last capital.[1][2][3][4][5]

The City Palace in Udaipur was built in a flamboyant style and is considered the largest of its type in Rajasthan, a fusion of the Rajasthani and Mughal architectural styles, and was built on a hill top that gives a panoramic view of the city and its surrounding, including several historic monuments such as the Lake Palace in Lake Pichola, the Jag Mandir on another island in the lake, the Jagdish Temple close to the palace, the Monsoon Palace on top of an overlooking hillock nearby and the Neemach Mata temple. These structures are linked to the filming of the James Bond movie Octopussy, which features the Lake Palace and the Monsoon Palace. The subsequent publicity has resulted in the epithet of Udaipur as “Venice of the East”.[4]

Visitamos o lindo palácio em um dia ensolarado.

Portão do palácio

Era o marajá que saía com sua comitiva.

O palácio da cidade

Jardim onde há lojas e cafés.

Eu amo os desenhos rajastanis, como os do portal acima e o elefante abaixo:

Interior do palácio

O balanço real

Cenas de Udaipur I: arte e o maior turbante do mundo

Após Jodhpur, rumei a mais uma cidade de nome parecido, Udaipur:

Udaipur é uma cidade bem preparada para receber mochileiros. Uma impressão geral que tive, após visitar tantas cidades em regiões distintas, é que os indianos aprenderam a capitalizar sobre os viajantes classe média “hippies” que invadem todas essas cidades  – eu e Erik inclusos. Eles estão certos mesmo. Não faltam restaurantes com apelo para esse público em Udaipur. A questão é que é difícil para os indianos, maioria bem simples, que nunca deixaram a região, entender todas as demandas dos viajantes ocidentais. Assim, quando você pedir uma pizza, por exemplo, não espere nada no terreno do conhecido. Ainda nesse exemplo, o que vale a pena é comer a d-e-l-i-c-i-o-s-a comida indiana. Esse exemplo se estende a outras áreas. Os restaurantes Subways das maiores cidades servem para aquela escapadela estratégica quando tudo ficar muito intenso e caótico.

Rua de Udaipur e seus inúmeros restaurantes para turistas/mochileiros

A cidade, conhecida como a Cidade dos Lagos, fica à beira do Lago Pichola, artificial:

Udaipur, Rajastão
Lago Pichola

No lago fica uma ilha, chamada Jag Niwas, à qual abriga o Palácio do Lago, uma residência de verão do Maharana Jagat Singh II, 62 sucessor da dinastia real Mewar e governante de Udaipur de 1628 a 1654 (está tudo lá na Wikipedia). Agora o palácio é um luxuoso hotel:

Hotel Palácio do Lago
Gangori Ghat

Nesse ghat, conhecemos um casal que morava nos arredores da cidade. Vi todo o álbum de fotos da família e da casa humilde que tentavam acabar de construir no deserto (não se esqueçam que estamos no Rajastão, área desértica). Ele dava aulas de música e ela vendia jóias/bijuterias típicas.

Menina no Gangori Ghat

Ao pé desse ghat, fica o Bagore-ki-Haveli, uma haveli onde se localiza um museu com uma coleção linda de bonecos e um show artístico à noite.

Bagore-ki-Haveli
Coleção de bonecos (eu queria todos)

Adoro os tecidos.

Há também outros itens…

… incluindo o maior turbante do mundo!

O maior turbante do mundo
Show artístico – Dharohar

Dharohar é um concerto musical que acontece no local todas as noites, com performances que mostram sete danças tradicionais rajastanis.

Dança Gavri, pela tribo Bheel, uma luta entre uma deusa e um demônio

Dança Chari, tradicional da comunidade Gujjar do norte do Rajastão

Cenas de Jodhpur II: o forte Mehrangarh

Em meio à Cidade Azul se encontra a principal atração do local, o majestoso forte Mehrangarh, um complexo com palácios, museus, templos e muito o que ver.

O forte Mehrangarh é um dos maiores da Índia e olha, há muitos por lá.

Forte Mehrangarh
Um dos sete portões
Dentro do forte

Canhões

Vista da cidade a partir das muralhas do forte

Após essa parte bem alta do forte, onde é possível ver toda Jodhpur, há um caminho que leva ao templo Chamunda Mataji, ao qual apenas mulheres têm acesso.

Templo Chamunda Mataji

Cansados, exaustos da Índia, por sua intensidade, procuramos um restaurante de comida ocidental (pizza) à noite, antes de tomarmos um ônibus noturno para o próximo destino dessa jornada pelo Rajastão.

Não é fácil viajar pela Índia.

18.07.12

Cenas de Jodhpur I: a cidade azul

Após Jaisalmer, cheguei em Jodhpur, a cidade azul, à qual recebe esse nome por haver várias casas de fato pintadas dessa cor.

Jodhpur é uma cidade colorida, ensolarada, cheia de gente bonita. A principal atração é obviamente o lindo forte Mehrangarh, tema do próximo post. É possível vê-lo de muitos pontos diferentes da cidade, uma imponente construção.

Passei apenas um dia e meio em Jodhpur, mas realmente achei tudo muito bonito.

Cenas da cidade
Casa azul

Alguém já viu uma vaca deitada na rua como cachorro vira-lata? Em Jodhpur, tem:

Mulher alimenta vaca com restos do café-da-manhã.
Muito trânsito, muito caos

Sai Baba

Praça principal e a torre do relógio

O famoso homem dos omeletes

Subida do forte

Jodhpur
O forte, ao longe

No próximo post, o forte em detalhes.

17.07.12

Cenas de Jaisalmer II: os templos jainistas e os morcegos

Um local que atrai bastantes turistas em Jaisalmer é a área onde se localiza o complexo de templos jainistas. Vale muito a pena visitar, tanto pela arquitetura quanto pelos simpáticos moradores que vivem dependurados de ponta cabeça. Os templos ficam dentro do forte de Jaisalmer e é muito fácil chegar lá. Há que se pagar uma entrada, mas é baratinho. Reparem na cor da construção, também dourada, assim como a do forte. É o arenito.

Templos jainistas de Jaisalmer

Há muitas, muitas, muitas estátuas como estas por todo canto.

Os moradores alados