DSC00619

A pequena vila da Murtosa

Depois dos Estados Unidos, o Erik seguiu direto para a Inglaterra, como já dito aqui, para arranjar um lugar para morarmos. Eu fui para Portugal, encontrar com os meus pais, que estavam passando férias lá. Pensei que seria uma oportunidade ótima de vê-los, já que eles estavam no mesmo continente. Quando a gente mora fora, acaba pensando assim, hehe. Foi uma semana na terra de origem da minha família, inteira portuguesa. Mesmo os meus pais são portugueses. Minha mãe nasceu em Setúbal e meu pai, na Murtosa, uma pequena vila ao norte:

De acordo com a Wikipedia, tem cerca de 3.700 habitantes e o território principal é onde se localiza a vila. A Murtosa pertence ao Distrito de Aveiro. Estou contando tudo isso, pois foi lá que fiquei. Meus pais têm uma casa muito antiga, que era do meu avô paterno, o vô Antônio. Meu avô cresceu nessa casa. Ele já faleceu, minha avó Lucinda, sua esposa, portanto minha avô paterna, também. Assim a casa ficou para o meu pai e a minha única tia “direta”. Meus pais são primos de sangue, então tudo está em família mesmo. Quando eles passam férias em Portugal, ficam na casinha da Murtosa, que já está meio que caindo aos pedaços. Precisa de reforma.

Vou mostrar um pouco de Portugal nos próximos posts, a origem da minha família. Acho que a Valéria, em especial, vai gostar bastante. Sei que você quer muito ir para lá, né? 🙂 Minha irmão vai gostar de ver também, já que ela queria muito ter estado lá conosco.

Começo então pela Murtosa, a vila onde meu pai nasceu e onde minhas duas avós, que eram irmãs, também nasceram e viveram, além do meu avô paterno. Todos vêm da Murtosa, exceto meu avô materno, que é de Lisboa.

Vila da Murtosa
Rua onde fica a casa
Rua onde fica a casa

As casas são assim:

DSC09920

DSC09921

DSC09925

DSC09926

DSC09927

Tem vacas, porcos, cachorros e algumas plantações. Achei que a região trata os animais de maneira terrível. Muitos cachorros estão acorrentados nos quintais e mal podem andar, as vacas também estão presas à grama.

DSC09914

DSC09917
Meu pai, José Maria, na plantação de milho

DSC09919

A casa

Como dito, a casa é bem antiga.

Casa dos meus pais, antes da família do meu avô Antônio
Casa dos meus pais, antes da família do meu avô Antônio

O Rides II também foi:

DSC00011

A casa tem um quintal com horta, tanque e poço:

DSC00972
Eu e minha mãe, Maria de Jesus. Muitas caipirinhas.
Rides ao poço
Rides ao poço
Muito sol
Muito sol
Horta
Horta

Os tomates estavam maravilhosos, explodindo de sol e doçura.

DSC00619

Catando tomates para uma salada

DSC00007

DSC06909

Cenas de Palolem I: boa vida na praia

Depois do cassino flutuante de Panaji, fomos para Palolem, também em Goa. Não, Palolem não é uma cidade. É uma praia, com alguns conjuntos de casas ao redor e muitas, mas muitos chalés à beira da areia, lojinhas, comércio e restaurantes, todos voltados aos turistas pseudo-hippies que se hospedam por lá. Palolem, que fica na municipalidade de Canacona, já foi considerada um paraíso. É linda, sim, mas bem explorada. É o tipo de lugar ideal para quem quer descansar, mas não estar totalmente em paz. Ou seja, sobra outros turistas para conversar, fazer amizade e beber uma cerveja nos muitos bares/restaurantes da praia à noite. Foi aí que eu e Erik passamos nossas últimas três semanas na Índia. Sim, os posts sobre a viagem pela Índia estão chegando ao fim.

Conseguimos um quarto em um hotel bem simples. A situação foi se agravando ao passar dos dias, pois o banheiro inundava quando tomávamos banho. O quarto foi ficando sujo… Mas enfim, estávamos em Goa e quem iria passar muito tempo dentro do quarto, não é mesmo? Mas o que eu fiz por lá? Não muito. Lista das atividades:

  • Dormir
  • Tomar brunch em um café indiano/israelense diariamente (uma delícia de sanduíche de queijo derretido em pão croissant)
  • Ir à praia, tomar sol e nadar
  • Ler
  • Brincar com cachorros
  • Tomar sorvete no Baskin Robbins (maior rede de lojas especializadas em sorvete do mundo, americana). A pequena sorveteria ficava na entrada do nosso hotel, com sorvete a preços indianos.
  • Jantar em um dos quatro restaurantes preferidos
  • Sentar na areia e tomar vinho à noite
  • Farrear e beber cerveja no único bar da praia aberto até tarde

Não é uma lista longa.

Vamos tomar uma olhadela mais de perto no tópico de número seis “jantar em um dos quatro restaurantes preferidos”. Palolem oferece uns restaurantes com comida deliciosa que deixa saudade de verdade:

  • Smuggler’s Inn: apesar de ainda estar arrumadinho, tem um certo ar de decadência, do tipo, “não conseguimos mais clientes”, “os bons tempos se foram”, apesar de a comida indiana que eles servem ser divina. Há que provar o arroz biryani e outras delícias. Eles ainda têm noites especiais, com duas cubas libres pelo preço de uma (tipo uns 3 reais para um copo cheio de rum – altíssimo custo-benefício).
  • Casa Fiesta: oferece comida mexicana boa de verdade. Eu duvidei, mas quando comi as fajitas vegetarianas, uau…
  • Cheeky Chapati: um dos melhores hamburgueres vegetarianos que já comi. A receita é da dona do restaurante e ela não a dividiu comigo. O sanduíche levava o hambúrguer delicioso, mais queijo provolone de verdade. No prato, batatas fritas ao estilo inglês. Divino!
  • Magic Italy: é um dos melhores restaurantes que eu já fui. É negócio de família, italianos de verdade, que falam italiano o tempo todo entre si. A dona traz os pratos mais especiais (como a lasanha de massa fresca) na sua mesa. A pizza, bem italiana, massa fina, pouco queijo, é um espetáculo, assim como o fetuccine. Azeite de verdade!

Tudo a preços indianos.

Passamos muito bem essas três semanas.

Cenas de Palolem

Casa de moradores do local

Há católicos em meio aos indianos, já que se trata de Goa:

Teve até procissão da santinha até o hotel onde eu e Erik nos hospedamos:

Procissão
Praia (famosa pelos coqueiros que se curvam em direção ao mar)
Vacas na praia

Bangalôs ao pé da praia

Passamos todos os dias aqui:

Tudo parece uma maravilha, mas há um aborrecimento: o comportamento dos turistas indianos homens, que parecem que nunca viram mulher de bíquini antes – literalmente. Eles te seguem, tiram fotos… Eu fui perseguida dentro do mar. Rolava sempre uma tensão para ir nadar, pois tinha que ficar de olho se não havia “cabecinhas flutuando” ao longe na água. Dica: nadar para o fundo. A maioria não sabe nadar, mesmo. Muitos cheiram à bebida, o que é uma péssima combinação, pois muitos também não sabem/podem beber; não estão acostumados, já que beber álcool em público não é bem socialmente aceitável entre os mais tradicionais. Detalhe extra: eles não usam sungas, nem calções, mas cuecas daquelas meio larguinhas.

Fuja dos amontoados de homens em Goa.

Pôr-do-sol em Palolem
Fim de tarde, maré baixa

I didn’t know animals could do that!

 

Peta publicou há uns meses um infográfico muito fofo e que eu achei bem legal, bem interessante. Contém curiosidades sobre hábitos de diferentes animais.

 

DSC06354

Cenas de Diu I

A jornada pelo Rajastão chegou ao fim. Eu e Erik mudamos totalmente de ares e fomos do deserto para o mar. É em um dos territórios da união que fica Diu, chamado Damão e Diu. Esse território fica bem perto do estado de Gujarat, até pensei que fosse parte dele. Diu é uma pequena cidade da Ilha de Diu.

Mas por que será que nos interessamos em visitar uma cidadezinha perdida em um ilha parte de um território indiano? A ver. Com uma ajudinha da Wikipedia, fica mais fácil entender  por quê:

  • Há um forte português
  • Há uma catedral portuguesa
  • É uma ex-colônia portuguesa. Ficou sob posse de Portugal até 1961.
  • É permitida a venda de álcool, e é onde é mais barato na Índia
  • E finalmente… É o décimo distrito MENOS populoso da Índia!

Para honrar as minhas raízes lusas, poder finalmente beber uma cerveja e descansar da intensidade e caos da Índia, aturamos uma viagem longuíssima de quase um dia. Primeiro, um ónibus leito imundo, depois um mais um ônibus que nos levou por estradas bem poeirentas. Depois, Diu.

Rua em frente ao hotel
Pracinha da feira

Por ser um lugar onde o álcool é permitido e barato, há muitos turistas indianos, principalmente homens. Ao tomar uma em um bar repleto de moscas, o cardápio deixa claras as regras do jogo:

Taxa de vômito 100 rúpias (3,70 reais). Vomitou, pagou.
Empreendimento honesto

Dá para perceber a influência portuguesa na arquitetura:

Catedral portuguesa
Catolicismo e hinduísmo lado a lado.

Diu fica em uma ilha, como já mencionado, à beira-mar:

Avenida da praia

Forte Panikotha, no meio do mar, parece um navio de cimento.

Notei que retroblogar trás um problema grave: eu acabo não contando as verdadeiras aventuras que passei em determinado lugar, pois as estórias ficam “velhas”. A memória já não fica mais fresca e a empolgação para contar diminui. É bem melhor escrever durante as viagens, mas bem difícil também, por falta de infra, tempo… Enfim, uma dessas estórias aconteceu em Diu, vou citá-la brevemente aqui. Havia um restaurante chamado, literalmente, nome em Português mesmo, “O Coqueiro”, a uns cinco minutos do hotel. A comida era de Goa/portuguesa, imagina se não amei. Era boa mesmo, comi lá quase todos os dias. O restaurante fica no quintal da frente de uma simpática família, chão de terra. O dono é muito bonzinho, simpático, prestativo. Ainda assim, aconteceram alguns fatos estranhos lá:

Duas vezes, havia pedaços de vidro na comida.

Uma vez, um rato roeu o dedão do Erik.

Uma vez durante o jantar, um sujeito parou sua moto em frente à porta do restaurante, me mandou beijos e se masturbou.

Isso fez a experiência gastronômica um tanto peculiar. Mas eu recomendo “O Coqueiro”.

No próximo post, mais um forte. Sei que todos já estão cansados de fortes, mas acho que é o último, e português.

Jodhpur

Cenas de Jodhpur I: a cidade azul

Após Jaisalmer, cheguei em Jodhpur, a cidade azul, à qual recebe esse nome por haver várias casas de fato pintadas dessa cor.

Jodhpur é uma cidade colorida, ensolarada, cheia de gente bonita. A principal atração é obviamente o lindo forte Mehrangarh, tema do próximo post. É possível vê-lo de muitos pontos diferentes da cidade, uma imponente construção.

Passei apenas um dia e meio em Jodhpur, mas realmente achei tudo muito bonito.

Cenas da cidade
Casa azul

Alguém já viu uma vaca deitada na rua como cachorro vira-lata? Em Jodhpur, tem:

Mulher alimenta vaca com restos do café-da-manhã.
Muito trânsito, muito caos

Sai Baba

Praça principal e a torre do relógio

O famoso homem dos omeletes

Subida do forte

Jodhpur
O forte, ao longe

No próximo post, o forte em detalhes.

17.07.12

DSC05154

Começa a jornada pelo Rajastão: cenas de Jaipur

O Rajastão fica no noroeste da Índia e é a região visitada que mais gostei. Cada parte da Índia é bem igual e diferente ao mesmo tempo. Guardam características comuns, mas têm tradições e costumes distintos. O Rajastão é uma área desértica, grande parte do estado é coberto pelo deserto de Thar. É uma terra com história ligada à realeza. Segundo a Wikipedia, Rajastão literalmente significa “terra de reis”, “terra de reinos”.

Comecei a jornada pela capital, Jaipur, que está no mapa acima. Aqui, mais um pouco de informação sobre a cidade:

Jaipur (Rajastani: जयपुर [dʒʌeɪ.pʊər]) é uma cidade da Índia, capital e maior cidade do estado do Rajastão. Durante o domínio britânico na Índia, Jaipur foi a capital do estado principesco de Jaipur. Tem cerca de 2.46 milhões de habitantes e foi fundada em 18 de novembro de 1728 pelo Marajá Sawai Jai Singh II, o governante de Amber, e é conhecida como “A cidade rosa”, já que em 1876 o seu marajá mandou pintá-la dessa cor, para a visita do Príncipe de Gales. Desde então a cidade é regularmente pintada.

Jaipur é a primeira cidade planejada da Índia, localizada nas terras semi-deserto de Rajastão. A cidade que outrora tinha sido a capital da realeza, conhecida como a Cidade dos marajás, é hoje a capital do Rajastão. A própria estrutura de Jaipur lembra o sabor dos Rajputs e das famílias reais. Atualmente, Jaipur é um importante centro de negócios com todos os requisitos de uma cidade metropolitana.

Raj Mandir (cinema)

Vale a pena ver um dos cinemas mais famosos da Ásia. O teto tem formato de merengue, de cobertura de bolo. Ir ao cinema é ato social importante para os indianos de Jaipur. A sessão era de domingo, blockbuster de Bollywood: Bodyguard.

O cinema estava lotado de pessoas que queriam ver e ser vistos. Os indianos têm um comportamento peculiar ao assistir filmes. Eles não controlam suas emoções e gritam, dão risada, interagem com os atores na tela, batem palmas, cantam, é uma festa.

Cinema Raj Mandir

O interior parece um casino:

Sala de cinema com teto em formato de merengue:

Cenas da cidade rosa

Hawa Mahal (Palácio dos Ventos)

Não me lembro o nome do templo

Tivemos que colocar um lenço na cabeça.
Jal Mahal (o Palácio das Águas)

Armadilhas
Lojas de artesanato, roupas e tecidos do Rajastão

Nosso motorista de rickshaw nos levou meio que forçadamente a essa loja de roupas e outros itens do Rajastão. A conversa é a mesma: o motorista tenta ganhar a sua confiança e te dá uma dica “super valiosa” de uma loja onde os preços são bons, uma loja “local”, onde muitos turistas não vão. É claro que isso não é verdade e o motorista provavelmente leva uma comissão sobre tudo o que você comprar.

Sala de costura cheia de retalhos. Ao serem perguntados onde conseguiam os retalhos, os funcionários explicaram que é tipo “doação” de coisas velhas, ou tecidos recolhidos por aí. Eu e minha mente cínica já imaginaram que, na verdade, os pedaços de tecido devem ser recolhidos por pessoas super exploradas que não ganham nada.

Sala de costura de loja de roupas e outros itens do Rajastão
Exploração de elefantes

Demorei um pouco para entender o que se passava. O motorista da rickshaw nos convenceu a ir ver uns elefantes que subiam e desciam o morro todos os dias para ir para a cidade. Ao chegar no lugar, entendi que na verdade os animais são mantidos ali para que turistas possam fazer passeios no lombo deles. Muito triste.

Correntes nas patas
Horror

Ao bater essas fotos, é claro que começaram a me pedir dinheiro. Dei no pé e encontrei essas crianças (que também me pediram coisas: batom, chiclete, chocolate…):

No centro da cidade, o Erik aproveitou para fazer a barba:

Em mais uma estação de trem após deixar Jaipur, aproveitei para experimentar uma balança muito engraçada, que revela o seu peso e a sua personalidade. Serviço dois em um. Elas estão espalhadas por todas as estações:

“Você é racional, confiável, gentil e sorridente.”

O peso saiu errado, então tentei mais uma vez:

“Você é popular, vivaz, atlética e graciosa.”

Nada mal. Agora o do Erik:

“Você é idealista, curioso, otimista e escandaloso.”

Crianças sempre querem tirar fotos:

Os trens estavam bem atrasados, então muitas pessoas esperavam nas plataformas. Uma das mulheres abaixo passou o tempo conversando e fazendo algo raríssimo de se ver na Índia: fumando. Ela escondia o cigarro feito à mão na saia.

Eterna espera
Krishna

Cenas de Vrindavan: o templo Hare Krishna

Depois de gravar uma série de TV no Taj Mahal em Agra, rumamos para Vrindavan, no estado de Uttar Pradesh.

A cidade em si é bem pobre e pequena, não há muito o que fazer nem ver.

Restaurante na rua

Mas… A pequena cidade é um dos mais importantes centros de peregrinação do Hinduísmo. É considerada uma cidade sagrada pelos hindus. Acredita-se que o deus Krishna nasceu e passou a infância e juventude em uma vila nessa área, chamada Gokul. Foi na floresta de Vrindavan que Krishna tinha seus passatempos favoritos, os quais são sempre contados e recontados por membros do movimento Hare Krishna (ISKCON). Muitas pessoas mais endinheiradas estão comprando lotes e apartamentos nessa cidadezinha:

Foi justamente por causa dos Hare Krishnas que eu escolhi ir a Vrindavan. Frequentei um templo Hare Krishna em Santos, atrás do colégio São José, por um certo tempo, e eu adorava as cerimônias e as prasadas – comida primeiramente oferecida às deidades hindus e depois consumida. Um dos principais templos da comunidade Hare Krishna, o Sri Krishna-Balaram Mandir, fica na rua principal, cheia de comércios:

Indianos compram guirlandas para ir ao templo.

É uma construção bem bonita:

Sri Krishna-Balarama Mandir, o templo da ISKCON

O templo foi construído na década de 70 sob as ordens de Srila Prabhupada, fundador da ISKCON e responsável pela disseminação do movimento no Ocidente.

A Consciência de Krishna alcança o Ocidente. (Deve ter sido um show muito legal: Allen Ginsberg, Grateful Dead, Moby Grape, Big Brother & The Holding Company – a banda da Janis Joplin)

O altar central é uma ampla sala com lustres e muitas deidades (imagens dos deuses). Lá o kirtan (canto devocional) rola 24 horas por dia. Isso significa que tem sempre alguém cantando o Maha Mantra (o maior, mais importante mantra) por lá:

Hare Krishna Hare Krishna

Krishna Krishna Hare Hare

Hare Rama Hare Rama

Rama Rama Hare Hare

Altar principal:

Altar principal do Sri Krishna-Balarama Mandir

Deidades

As deidades são muito bonitas e o kirtan (canto devocional de mantras), muito agitado, feliz.

Sri Sri Radha Shyamsunder
Sri Sri Krishna Balaram
Sri Sri Gaur Nitai

Em um corredor perto do altar principal, várias devotas fazem guirlandas de flores. Eu queria ter sentado ali para fazê-las também. Deve ser muito relaxante.

Os corredores são adornados com imagens belas:

Krishna

Existe um outro templo menor, Samadhi Mandir, dedicado a Srila Prabhupada:

A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, fundador da ISKCON

Há também um espaço onde são vendidos livros e outros objetos devocionais:

Deixamos a cidade depois de uns quatro dias. Nas estações de trem, sempre encontramos figuras interessantíssimas:

Muvuca para entrar no trem

Seguimos para a região que mais gostei na Índia, o lindíssimo Rajastão. No próximo post.